17 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

CPI dos Combustíveis pede apoio federal

Eles também pretendem buscar informações junto ao magistrado responsável pelos processos contra os donos de postos que foram presos acusados de irregularidades na comercialização de combustíveis

Os vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI dos Combustíveis) que investiga suposta prática de cartel pelos revendedores de combustíveis na cidade de Manaus vão pedir o apoio às investigações do MPF (Ministério Público Federal), MPE (Ministério Público Estadual), Superintendência da Polícia Federal no Amazonas e Procuradoria Geral de Justiça. Eles também pretendem buscar informações junto ao magistrado responsável pelos processos contra os donos de postos que foram presos acusados de irregularidades na comercialização de combustíveis.
Nesta sexta-feira mais dois representes de distribuidoras de combustíveis que atuam no Amazonas foram ouvidos pela CPI. A primeira a depor foi Débora Procópio do Carmo, representante da SP – Indústria Distribuidora de Petróleo Ltda. Ela disse desconhecer a existência de cartel na revenda de gasolina em Manaus e negou que a sua distribuidora recomende preço para revenda nos postos de abastecimento.
Débora informou que a SP possui apenas um posto em Manaus com a sua bandeira, mas que vende o combustível para 14 postos de bandeira branca e também para duas empresas. Ela, que estava acompanhada do advogado Waldir Xavier, disse que há diferença de preço de venda da distribuidora para os postos que possuem condução própria e aqueles que utilizam o transporte da distribuidora. O preço varia também conforme o prazo de pagamento.
O representante da distribuidora Ipiranga Produtos de Petróleo S/A, Dílson Dário Vieira, citou o Plano Diretor da cidade de Manaus como um dos possíveis vetores da constante oscilação no preço da gasolina nos postos de revenda da cidade. Ele também negou que a sua distribuidora recomende preço para a revenda da gasolina nos postos de abastecimento.
Dílson compareceu à CPI acompanhado do advogado Fábio Mendonça, presidente da OAB-Amazonas. Ele informou que a distribuidora Ipiranga possui apenas 14 postos com a sua bandeira em Manaus e cerca de 4% do mercado e que não exerce qualquer ingerência sobre os postos de revenda, mas defendeu a sustentabilidade do mercado.
Disse que a oscilação do preço dos combustíveis na bomba muitas vezes é por puro desespero dos seus proprietários que precisam faturar mais para honrar compromissos.

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