Coworking ganha espaço em Manaus

Trabalhar em um escritório compartilhado, com internet de alta velocidade e telefone e a opção de uma sala de reunião e atendimento diferenciado. É cada vez maior o número de empresários que trabalham em “coworking”. Em Manaus o modelo de negócios ainda é pouco utilizado, mas já é uma das opções que têm chamado a atenção de clientes nos mais variados segmentos.
Para um dos sócios do escritório localizado na rua Salvador, 120 – Vieiralves, Fábio Guarniere, a principal razão para o incremento na procura é o maior conhecimento sobre os espaços. “Em 2010, quando os primeiros coworkings começaram a funcionar no país, poucos profissionais sabiam o que significava e ainda existia muita apreensão em relação a dividir um espaço. As pessoas reclamavam do barulho e de outros problemas. Hoje, profissionais de vários setores têm procurado os escritórios”, explica. Segundo pesquisa do Blog Movebla, já existem mais de 100 escritórios compartilhados espalhados pelas capitais brasileiras. E a tendência é crescer ainda mais. “Pela proposta de compartilhamento e pelos benefícios agregados, facilitando o trabalho do empreendedor e colaborando para a redução de gastos, acreditamos que o número cresça ainda mais”, acrescenta a empresária Bruna Cordeiro. Em Minas Gerais, por exemplo, o número de coworkers do CWK Coworking aumentou em 15% no primeiro trimestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado.
Além da comodidade e da economia, os profissionais também procuram escritórios como o Coolworking (localizado na avenida Max Teixeira, 4000 – Cidade Nova) para ter mais tempo para se concentrar no próprio negócio. “A burocracia fica por conta da direção do escritório e isso me dá mais foco para ‘tocar’ a empresa”, declara a turismóloga Melissa Almeida, que atua em um escritório compartilhado desde 2011.

Comodidade e preço flexível

O cliente tem a sua disposição armário com cadeado, cadeiras ergonômicas, café, chá, copa e cozinha, endereço para correspondência, espaço para eventos, fax, impressão/scanner, internet banda larga, ramal telefônico com telefonista personalizada, atendendo ao telefone com o nome da empresa do cliente, sala de reunião e telefone particular. Além da comodidade e economia, principalmente, com a redução de serviços que encarecem o negócio como limpeza e telefonia, no coworking o novo empreendedor consegue ampliar sua networking, “Numa mesma sala, o dono de uma pequena agência de viagens pode conseguir vários clientes e, em contrapartida, contratar o serviço de um publicitário que senta ao lado. É um mundo de possibilidade”, acrescenta Almeida.
Em Manaus, os preços variam de acordo com as necessidades de cada cliente. Com pacotes que vão de serviços telefônicos a aluguel de salas para reuniões, o valor mensal fica entre R$ 180 a R$ 900.
O Brasil, segundo dados de comunidades de coworking espalhadas pela internet, já tem mais de 100 escritórios compartilhados espalhados por cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e outros locais. Em 2010, quando os primeiros coworkings começaram a funcionar no País, poucos profissionais sabiam o que significava e ainda existia muita apreensão em relação a dividir um espaço. “Hoje, a realidade é bem diferente. Muitos pequenos negócios conseguiram prosperar graças a isso”, explica Bruna.

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