Cortes de empregos pode bater recorde

Caso o setor bancário americano ligado ao mercado imobiliário, atingido pela crise dos créditos de risco, tenha outro mês de demissões como foi o de agosto, os cortes de funcionários no setor atingirão recorde, segundo pesquisa da consultoria Challenger, Gray & Christmas.
Em agosto, os bancos com ligações com o mercado de hipotecas de risco demitiram mais de 26 mil funcionários, maior número para um único mês desde que a consultoria iniciou a série de pesquisas, em 1993. Neste ano, o setor já acumula, até agosto, um total de 107.758 demissões. O recorde de cortes de empregos no setor hoje é de 116.515, cravado durante a recessão que afetou os EUA em 2001.
As demissões, caso a crise se prolongue, podem começar a atingir outros setores também, diz a consultoria. “Agora vamos começar a ver qual será o impacto da crise enquanto os efeitos se espalham por outros setores”, disse o executivo da consultoria, John Challenger.
No mês passado, a economia americana não apenas não gerou empregos como eliminou 4.000 postos de trabalho, primeiro resultado negativo desde 2003. Analistas viram no resultado um efeito da crise no mercado de hipotecas de risco (causada pelo crescimento da inadimplência), que ganhou força em agosto e ainda causa incertezas entre os investidores.

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