Corretoras de valores firmam parcerias para atender regulamentações do BC

Alertas à necessidade de atenderem integralmente as mais recentes regulamentações e adoção das melhores práticas de governança corporativa exigidas pelo Banco Central e a Bolsa de Valores e Futuros (BM&F), as corretoras de valores estão se mobilizando e pondo em prática várias ações nesse sentido. Uma delas foi a parceria da Sion com oito das principais corretoras do mercado, a fim de desenvolverem ou apenas aprimorarem seus Planos de Contingência e Continuidade de Negócios e os PQO (Plano de Qualidade Operacional). Para Eduardo Lobo, diretor da Souza Barros, uma das mais tradicionais corretoras do setor, sua empresa vem se preparando há muito tempo para apresentar os mais altos níveis de qualidade em gestão. Não por exigência de órgãos reguladores ou do Banco Central, mas sim por política interna da companhia desde sua fundação em 1928. A Souza Barros já possuía desde o ano passado um Plano de Contingência e Continuidade de Negócios, porém com as exigências do Banco Central seu planejamento foi ainda aprimorado. Nesse sentido, contratou os serviços de People Center da Sion e de Consultoria para elaboração de um PQO. “Com aliança com a Sion, descobrimos que algumas áreas precisavam de retoques. Um exemplo disso, foi a criação de um grupo de profissionais multidisciplinares, ou seja, que pode exercer diferentes funções e substituir profissionais de diversas áreas, como um recurso de backup de pessoas numa situação de contingência”, esclareceu Lobo. Na opinião do diretor da corretora esse movimento de evolução do mercado financeiro é natural e positivo, à medida que qualifica as corretoras a atuarem na Bolsa. “As Bolsas deixarão de ser entidades fechadas para se tornarem empresas comuns, das quais qualquer um poderá ser sócio desde que tenha qualificação operacional necessária”. Já na opinião de Sasa Markus, diretor da Renascença, corretora fundada em 1976, também bastante tradicional do mercado, as exigências do Banco Central e das Bolsas são necessárias para equilibrar e padronizar o nível de qualidade dos principais mercados financeiros do mundo. Assim como a Souza Barros, a Renascença não esperou qualquer determinação externa para investir em infra-estrutura tecnológica e processos de gestão. “É um processo evolutivo que faz parte da cultura da empresa”, apontou Markus. A Renascença desde 2000 vem investindo em tecnologia de ponta e já possui espelhamento (backup) de toda sua rede, em caso de contingência. Esta corretora firmou aliança com a Sion para aprimorar seu Plano de Continuidade de Negócios com a elaboração do BIA (Business Impact Analysis) e adequação ao Decreto 3380 do Banco Central. A Sion recentemente anunciou aliança com a Ancor (Associação Nacional das Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias). Esta instituição escolheu a Sion People Center como a empresa provedora de serviços de continuidade de negócios e contingência. Com o convênio, as corretoras associadas contam com serviços especiais da Sion. Aprimoramento A Souza Barros já possuía desde o ano passado um Plano de Contingência e Continuidade de Negócios, porém com as exigências do Banco Central seu planejamento foi ainda aprimorado. Nesse sentido, contratou os serviços de People Center da Sion e de Consultoria para elaboração de um PQO. “Com aliança com a Sion, descobrimos que algumas áreas precisavam de retoques. Um exemplo disso, foi a criação de um grupo de profissionais multidisciplinares, ou seja, que pode exercer diferentes funções e substituir profissionais de diversas áreas, como um recurso de backup de pessoas numa situação de contingência”, esclareceu Lobo.

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