Corredor ecológico tem garantia de investimentos e de expansão de área

Em audiência pública no conjunto Colina do Aleixo, com a participação da comunidade local e representantes dos bairros adjacentes, a Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa conseguiu, junto a secretaria municipal do Meio Ambiente, a garantia de proteção e inclusão no projeto “Corredor Ecológico do Mindu” de uma área de floresta medindo cinco hectares, localizada ao lado do conjunto. Segundo Castro, o mais importante foi também a garantia de investimentos na construção de trilhas, áreas de visitação e de uma quadra de esportes, no local.
Como presidente da comissão do Meio Ambiente, da ALE, o deputado entende que a presença na audiência da secretária, Luciana Valente, da Sema, facilitou a integração e interação do poder legislativo do Amazonas com as aspirações da comunidade, na busca de soluções consensuais, de interesse comum na defesa do meio ambiente. Acredita o parlamentar que iniciativas como essas criam processos verdadeiros, cívicos, de construção a muitas mãos, como a da nova área de proteção ambiental. Em seguida Castro priorizou seu reconhecimento aos próprios moradores da Colina do Aleixo, que deram demonstração de uma nova consciência que começa a somar em Manaus, a consciência ecológica ambiental de cuidar do que é dos amazonenses, aqui e agora, pensando no futuro e observando os erros do passado.
Para ele, o atual aquecimento da Terra, que provocou de forma inédita dois furacões simultâneos no Caribe, não é mais uma peça de ficção científica ou de delírio de alguma ONG ecológica. Ao contrário, existe uma comprovação científica de que o fenômeno ambiental permeia todo o planeta e todos são responsáveis, como também todos irão sofrer as conseqüências dos erros cometidos no passado. “Os mesmos erros que foram cometidos em outros lugares, como Rio de Janeiro e São Paulo, foram também cometidos em Manaus, pela iniciativa privada, poder público e sociedade, entulhando com lixo nossos rios e igarapés”, afirmou.
Um poder público, conforme Castro, que até hoje não coleta seletivamente o lixo nas suas repartições, apesar de ter um forte discurso ambiental, dizendo uma coisa para o mundo e praticando outra em sua própria casa. “São essas incongruências que somente serão mudadas a partir da pressão legítima da sociedade para conquistar a sensibilidade do poder público, com certeza vamos apresentar mudanças verdadeiras, de consciência coletiva e procedimentos corretos”, disse Castro.
Luiz Castro mandou também um recado às comunidades, lembrando que não cabe exclusivamente aos órgãos ambientais ou ao poder público, a iniciativa de proteger o meio ambiente mas, principalmente, essa responsabilidade deve ser também da sociedade e associações que representam os moradores.

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