Em nossa economia sempre contamos com boas perspectivas oriundas de vários segmentos. Porém, imaginar que no setor imobiliário várias empresas se encontram otimistas mesmo com essa pandemia toda, afigura-se-nos algo meio anormal. Ademais, quando os lançamentos futuros pretendem atingir  imóveis de padrão alto é sinal que há um vácuo no mercado fruto da insatisfação dos atuais proprietários que buscam maior conforto; bem como inquilinos que visam deixar de pagar aluguel. E, como temos os menores juros da história as “novas famílias” que se constituirão com certeza também irão alavancar o mercado, gerando novos empregos e fazendo a economia crescer. Mas o que leva todos a buscar o novo financiamento é a queda dos juros que fizera com que a parcela mensal caisse de R$ 2,5 mil para R$ 1,2 mil, valor que passara a caber no orçamento de um maior número de famílias. Sempre fora curial em vários segmentos a frase: “Crises geram oportunidades”. 

Por outro lado, há outro tema que preocupa a humanidade, qual seja: o desperdício de alimentos que “equivale a 17% de tudo que é produzido no planeta”, conforme estudo realizado pela ONU, concluindo: “Dá para dizer que da produção total do planeta, 11% é desperdiçado após a compra do alimento”. Trata-se de índice vergonhoso porque cerca de 690 milhões de pessoas são afetadas pela fome; sendo as perspectivas futuras extremamente preocupantes. A miséria alcançara índices apavorantes, uma vez que a extrema pobreza atingira 33,7% da população mundial. O estudo aponta que “no Brasil  a perda diária é de 60 kg por pessoa por ano”. E, como somos em tese país desenvolvido a origem de nosso desperdício se encontra no consumo e não na perda oriunda da colheita, armazenamento e transporte.

Conclui o estudo afirmando que “só uma revolução planetária nos hábitos de aquisição, preparo e uso de alimentos poderá alterar comportamentos” . Afinal, cada um deve cuidar de si, adotando também as boas práticas antidesperdícios, fruto de profunda alteração comportamental. Na vida para tudo há salvação desde que se respeite a lei e a coisa pública; com o objetivo de transformar o Brasil em país capaz de ser mais civilizado, ordeiro e desenvolvido como todos nós desejamos.  Por isso, sejamos todos mais eficientes e sensíveis a todas as  realidades

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