O resultado das urnas  na capital paulista é extremamente enganoso, uma vez que 30,81 % dos eleitores não foram votar e 14,15% anularam o voto ou votaram em branco. Assim, temos um percentual significativo de eleitores desinteressados pelos destinos da cidade ou, o que é pior, desiludidos com o nível dos candidatos, tendo o vitorioso sido eleito por exclusão. Boulos tivera 2,1 milhões de votos; enquanto 2,7 milhões de eleitores não compareceram às urnas. Há outro dado importante, ou seja, aquele referente aos prefeitos eleitos nos dois turnos; aparecendo o PSDB com 172, o DEM com 68, o PSD com 64, o MDB com 54, o PTB com 50, o PL com 41, o PP com 31 e depois os demais partidos; registrando-se que o PT elegera apenas 4, o PCdoB, o PROS e o PSOL apenas 1 cada.  Assim, constata-se que há uma queda da esquerda muito grande, que a mídia derrotada nas urnas não registrará. O PT sumira do mapa ao não eleger candidato em nenhuma das capitais, sofrendo  uma derrota histórica. Assim provara de seu próprio veneno; fora arrogante e radical; agora sem escrúpulos como se fosse o dono da verdade. Povo acordara e soubera separar o joio do trigo. Tivera seu momento, não soubera gerir, nem fazer o “mea culpa”. As oportunidade se foram e agora jaz no cemitério da corrupção, da hipocrisia, da farsa e da leviandade para com os pobres e incautos, sempre manipulados.

Manaus teve um índice digno de ser registrado: 667.714 eleitores justificaram a ausência pelo sistema “e-Título”; ou seja, cerca de 45% dos eleitores  não votaram; indíce superior ao ocorrido na cidade de São Paulo; o que revela uma falta de interesse motivado pela revolta que o eleitor tem para com ambos os candidatos. E, se a diferença fora de quase 3% nota-se que a população está dividida, aborrecida e, quiçá, indignada com o quadro advindo do primeiro turno.

Aprendam todos que o povo não quer saber de esquerda ou de direita; encontrando-se saturado da radicalização. O povo deseja resultados concretos; realização de obras duradouras em benefício de quem produz e gera empregos. Esqueçam o PT que é uma página virada na história; não porque LULA se deslumbrara com o poder e o dinheiro, mas porque desviaram todos os recursos possíveis e ignoraram o povo nos postos de saúde…foram genocidas. O povo não esquece e não perdoará nem no futuro. O poder não autoriza o roubo e nunca será vitalício dentro da democracia que a esquerda ignora. Roberto Campos já dissera: “O PT é um partido de trabalhadores e não trabalham, estudantes que não estudam e intelectuais que não pensam”.

LULA não vai só para a rua da desilusão. Está acompanhado do IBOPE e do Data-Folha; dois institutos que outra vez se prestaram para uma desavergonhada manipulação da opinião do eleitor. Há décadas que se prestam a um desserviço que beira a imoralidade. O que ocorrera em São Paulo, Porto Alegre, Belém e Recife revela que houve algo acima da incompetência; beirando a má-fé e a desonestidade em prol de interesses supostamente escusos. Saem desta eleição desmoralizados para uns e, quiçá, enterrados para outros. Que assim seja, porque o futuro está aí.

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