Consórcio ainda apresenta vantagens ao consumidor

A Caixa Econômica Federal anunciou um conjunto de medidas para facilitar a concessão de financiamentos para a compra de imóveis novos e usados. A principal alteração foi o aumento dos prazos dos empréstimos de 20 para 30 anos. A elevação abrirá espaço para uma queda no valor das prestações pagas pelos mutuários. Numa simulação, técnicos da Caixa estimaram que o valor da prestação de empréstimo de R$ 80 mil, com o novo prazo de financiamento, poderá cair de R$ 940,25 para R$ 669,21 por mês.
No entanto, mesmo com a redução de juros, o consumidor deve pesquisar outras opções para a aquisição da casa própria. Uma das alternativas mais baratas ainda é o consórcio imobiliário, que não tem juros, apenas a taxa de administração. A diferença no custo final de um financiamento, em comparação com um plano de consórcio, ainda é muito grande. No sistema de consórcio, a flexibilidade de opções é maior e o consorciado também pode utilizar o FGTS.
Para facilitar ainda mais, as empresas de consórcio oferecem planos diferenciados, que dispõem de parcelas mais baratas até a data da contemplação e que podem ser adequadas ao orçamento de quem paga aluguel.

Uma das empresas que atuam no segmento é o Consórcio Nacional Embracon que possui o Plano Mais Por Menos, cujas parcelas chegam a ser 25% mais acessíveis. “A idéia é oferecer mais vantagens a preços menores e facilitar o acesso ao crédito, principalmente de quem quer adquirir um imóvel mas ainda depende do pagamento de aluguel”, afirmou Antonio Barbosa, da área comercial do Embracon. “Uma outra grande vantagem é a que não há taxas de juros em consórcios”, explicou Barbosa.
Para imóveis, os planos chegam a 120 meses, com cartas de crédito entre R$ 20 mil e R$ 220 mil. As taxas de administração variam de 0,12% a 0,17% ao mês, abaixo da média do mercado, e são diluídas ao longo das parcelas. “As parcelas de consórcios acabam sendo menores que as dos financiamentos tradicionais”, finalizou Barbosa. Quando somados os valores do um aluguel e o da parcela do consórcio imobiliário, o custo mensal a ser pago pelo consumidor é, em média, 25% menor do que o valor do financiamento mensal sozinho.
O consórcio imobiliário vem crescendo bastante nos últimos anos. Segundo dados da Abac (Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios), os 405,2 mil participantes registrados em fevereiro último foram 27,6% mais que os 317,5 mil somados no mesmo mês de 2006.
Nos dois primeiros meses deste ano, o acumulado nas vendas foi de 27,9 mil novas cotas, 5,8% mais que as 26,4 mil totalizadas no primeiro bimestre do ano passado. Também as contemplações andaram em alta. O crescimento foi de 10,5%, subindo de 6.300 contemplados no primeiro bimestre de 2006, para para 6.900 em igual período deste ano.

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