Conferência internacional discute rapidez em conter potencial do Irã

O Irã não está na lista de convidados e nem na agenda da cúpula nuclear em Washington, mas é certamente um dos principais assuntos a serem discutidos nas conversas entre os líderes mundiais reunidos nos EUA

O Irã não está na lista de convidados e nem na agenda da cúpula nuclear em Washington, mas é certamente um dos principais assuntos a serem discutidos nas conversas entre os líderes mundiais reunidos nos EUA.
Durante a conferência, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deve se reunir com importantes chefes de Estado, como a chanceler alemã, Angela Merkel, que pressiona para uma posição mais incisiva do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), sobre o programa nuclear iraniano.
“Penso que o tempo está passando e uma decisão sobre as potenciais sanções [ao Irã] precisará ser tomada logo’’, disse Merkel em Berlim, antes de embarcar para Washington.
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, que também participa da conferência, disse que o Irã não deveria ter armas de destruição em massa, falando no Centro de Estudos Islâmicos na Universidade George Mason, em Washington. A Turquia atualmente tem um dos assentos rotativos do Conselho de Segurança da ONU e os EUA esperam que o país coopere com os esforços para impor sanções ao Irã.
Outro líder que expressa preocupação com o potencial nuclear iraniano é o rei Abdullah, da Jordânia, o primeiro a ter uma reunião particular com Obama. Assim como diversos outros chefes de Estado árabes, Abdullah manifesta preocupações sobre o desenvolvimento nuclear de Teerã iniciar uma possível “corrida armamentista’’ no Oriente Médio. Obama ainda se encontraria com os líderes da Malásia, Ucrânia e Armênia.
Na véspera da conferência, o presidente dos EUA afirmou que esperava fazer “enorme progresso’’ na redução de armamentos nucleares ao redor do mundo. “Sabemos que organizações como a Al Qaeda estão em processo de obter armas nucleares’’, disse, caracterizando o “terrorismo nuclear’’ como a principal ameaça à segurança americana.

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