28 de junho de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Como ampliar os seus resultados profissionais

Chega uma hora em que a gente quer começar algo diferente! Algo que traga melhores resultados, algo que nos inspire, que nos dê entusiasmo, que nos desafie, que nos dê a sensação de autorrealização e por que não, um bom retorno financeiro ou pelo menos que reflita em redução de despesas diárias.

Ocorre que, como sabemos, é praticamente impossível conquistar resultados diferentes fazendo sempre as mesmas coisas e sair da zona de conforto para entrar numa zona de confronto com certeza não é tarefa das mais fáceis, principalmente se a procura pela mudança não vem carregada de ímpeto para agir com determinação em prol da realização de tal objetivo. Vixe! Falei bonito?

O fato é que resultados diferentes presumem pensamentos, ações e comportamentos diferentes e se não estivermos deliberadamente dispostos a entrar no campo de batalha, estaremos condicionados a viver sob a inércia, esperando que, talvez, um vento nos leve à situação “ideal” para podermos agir e enquanto isso não acontece, cantarolamos penosamente na nossa incapacidade: “deixa a vida me levar, vida leva eu”! O problema é que não é ela que vai levá-lo. É você que deverá levá-la. Enquanto você não assumir a responsabilidade tomar as rédeas dela, ela permanecerá do jeito que está: com as mesmas coisas e possivelmente com os mesmos resultados.

Para poder começar é fundamental ter alguma coisa. Alguns têm conhecimento, outros têm vontade e também tem aqueles que possuem dinheiro. Claro que quanto mais ferramentas (comportamentais e/ou financeiras), melhor, no entanto o fundamental é que se tenha comprometimento com resultados de curto, médio e longo prazos. Tem gente que só dispõe de capital, mas não tem a disposição necessária para botar a mão na massa e por qualquer motivo desiste da jornada; da mesma forma, existem aqueles que têm vontade (muitas vezes disfarçada de um simples desejo), mas não estão realmente se sentindo compelidos a mudar, pois ainda existe algo que os sustentam na zona de conforto e que portanto preferem esperar “a hora certa” para começar a agir; já os que têm apenas conhecimento, provavelmente não conseguem enxergar a oportunidade de fazer algo além do que já sabem – eles têm o conhecimento mas já se dão por satisfeitos e, portanto, se consideram satisfeitos, uma vez que não sentem a necessidade de compartilhar as suas habilidades ou expandir as suas possibilidades. Aí entra a questão dos que reclamam de que nunca têm apoio para o que fazem. Esperam os pais, os amigos, o governo, o vento ou qualquer outra entidade agir para que possam começar a se movimentar. Esperam o tapinha nas costas do “vai em frente”, mendigam ajuda ou lamentam a falta de oportunidade para agir em causa própria, não se arriscam para o sucesso, porém, mal sabem que estão se arriscando terrivelmente para o fracasso.

Não se iluda, às vezes nós precisamos mostrar nosso potencial nos nossos “bastidores” (curto prazo) para podermos sermos incentivados a produzir mais e melhor (médio e longo prazos). Muitas pessoas precisam conhecer primeiro o que fazemos para poder nos ajudar e isso, muitas vezes só é possível se conseguirmos ter uma visão de longo prazo. Num emprego, é através do seu currículo que seu (futuro) patrão vai ver os seus resultados para posteriormente contratá-lo; para o apoio de uma iniciativa sua, idem; para o patrocínio de uma empresa, idem. Após isso, quando conseguir o apoio desejado, as coisas não param: você vai precisar continuar a mostrar resultados para poder manter o(s) incentivo(s).
Em outras palavras: quer apoio? Mostre resultados! Não tem apoio? Mostre resultados! Faça, que acontece!

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