Comércio de materiais de expediente em crescimento

Empresas do comércio atacadista de materiais de expediente e de limpeza projetam crescimento de 10% em vendas em 2007, num comparativo com o ano anterior. Os comerciantes alegaram que mesmo com o período de instabilidade na indústria, setor que indiretamente impulsiona as vendas no ramo, foi possível manter os negócios em alta nesse ano.
Há mais de 34 anos na praça, a Disbral, empresa fornecedora de materiais de expediente e papelaria em geral, espera elevação de 10% nas vendas deste ano, em relação ao índice registrado no ano passado. De acordo com o proprietário da empresa, Sylvio Brasil, o denominado setor secundário de produtos usuais e descartáveis, cresce cerca de 8% ao ano.

Além dos produtos de informática e limpeza, a Disbral tem como carro-chefe o setor de papelaria, com destaque para as vendas de papel multiuso A4 Chamex. O empresário apontou o período de volta às aulas como a data que desponta nas vendas, mas também citou as empresas como clientes importantes para o negócio.
Outro grupo empreendedor que prevê crescimento de 10% neste ano, em comparação a 2006, é a CTR Embalagens, que além de fornecer produtos da linha de papéis, plásticos e descartáveis em geral, ainda trabalha com materiais de expediente e limpeza.
De acordo com o proprietário Francisco das Chagas Neto, de janeiro a agosto deste ano a empresa acumulou em vendas uma alta de 7,5% em relação ao percentual registrado no mesmo período de 2006. Chagas estima que seu empreendimento fechará o último trimestre com crescimento de mais 2,5%, número que segundo ele, é extremamente favorável aos negócios.

Baixas do PIM

O proprietário da CTR Embalagens disse que por conta dos fatores que impactaram diretamente o setor industrial, como as paralisações dos fiscais agropecuários e a saída de algumas fábricas do PIM (Pólo Industrial de Manaus) desde 2006, houve um certo pessimismo até o fim do primeiro semestre. Chagas contou que nesse período foi percebida uma pequena retração no mercado em relação ao percentual de crescimento esperado, mas no entanto não houve prejuízos.
As indústrias servem como mola impulsionadora para o segmento porque as empresas prestadoras de serviços em diversas áreas como as de serviços gerais, por exemplo, são abastecidas pelos atacadistas e à medida que o pólo sofre dificuldades, as companhias acabam cortando custos e dispensando alguns serviços.

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