18 de abril de 2021

Combustíveis elevam inflação oficial para 0,16% em julho, destaca IBGE

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou inflação de 0,16% em julho, ante 0,15% de junho, e 0,01% em julho de 2010

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou inflação de 0,16% em julho, ante 0,15% de junho, e 0,01% em julho de 2010. O índice acumulado em 2011 chegou a 4,04%. Nos 12 meses, o indicador pontuou 6,87%, o resultado mais elevado desde junho de 2005. Entre as regiões, Brasília registrou o maior índice (0,60%) e Recife (-0,15%), o menor. Os números são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O preço dos combustíveis voltou a subir em julho se contrapondo à queda no preço dos alimentos e puxando a média do indicador para cima. Depois do recuo de 4,25% em junho, os combustíveis tiveram alta de 0,47% em julho. O etanol, que chegou a cair 8,84% em junho teve alta de 4,01% no mês anterior. O litro da gasolina, depois da queda de 3,94% em junho, voltou a subir em julho, variando 0,15%.
Nos alimentos, a queda de 0,26% no IPCA de junho passou para 0,34% no mês passado. Entre os produtos que ficaram mais baratos, o que mais pressionou o indicador foi o tomate, com baixa de 15,32%, seguidos das carnes (-1,12%). Com o resultado, o grupo de alimentação e bebidas acumula uma alta de 2,77% no ano.
Os produtos não alimentícios tiveram alta de 0,31% em julho, pouco acima dos 0,28% no mês anterior.

Empregados domésticos

O pagamento dos salários dos empregados domésticos influenciou o resultado do indicador de julho. O item teve alta de 1,26% no mês passado, ante 0,33% registrados em junho. Apesar disso, o grupo de gastos com despesas pessoais perdeu intensidade, com elevação de 0,49% em julho, ante 0,67% em junho.
As quedas de preços com serviços de cabeleireiro (de 1,09% em junho, passou para queda 1,10% em julho) e de serviços bancários, que aumentaram apenas 0, 03%, depois de 4,40% de elevação em junho, contribuíram para o resultado.
Também apresentaram decréscimos em suas taxas os grupos habitação (de 0,58% para 0,27%), artigos de residência (de 0,42% para 0,03%), vestuário (de 1,25% para 0,10%), saúde e cuidados pessoais (de 0,67% para 0,47%) e despesas pessoais (de 0,67% para 0,49%). Educação manteve a taxa do mês anterior (0,11%) e comunicação passou de -0,05% para -0,04%.

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