O diretor nova-iorquino, Martin Scorcese, acertou na mosca ao levar para as telas a história de Jordan Belfort, o mau caráter que começou como estagiário em um escritório e viu ali, no mercado financeiro, como seria fácil ficar milionário fraudando investidores. Scorsese também fez ótima escolha ao convidar Leonardo DiCaprio para o papel-título. Quinto trabalho que fazem juntos, “O Lobo…” mostra que a relação profissional entre os dois está amadurecida. Scorsese sabe o que pode pedir a seu ator favorito, que se entrega totalmente ao comando do mestre. No caso do longa, a entrega é total, especialmente nas cenas de sexo onde, assim como sua personagem, DiCaprio não teve nenhum pudor.
Não bastasse a grande experiência do diretor, o roteiro baseado no livro homônimo escrito pelo próprio Belfort é material pronto. Por mais genial que fosse um autor, dificilmente conseguiria criar personagem tão canalha como ele. Tanto que quase tudo na tela é verdade. Nada foi criado para causar. Seja pelo excesso de cenas de sexo ou drogas, seja pelos golpes em pequenos, médios e grandes investidores que correm soltos ao longos de 180 minutos. Em alguns países, como Malásia e Nepal, o filme foi banido. Na Índia recebeu cortes.
Gênero: Drama, suspense
Classificação: 16 anos

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