Cidade de Manacapuru a espera da ponte

Prefeito, empresários, presidentes das agremiações estão ansiosos para o término da ponte que liga Manaus a região. O otimismo é transmitido principalmente pelos presidentes das agremiações que participam do Festival de Cirandas que acontece todo final do mês de agosto em Manacapuru (distante a 84 quilômetros da capital).
Para o presidente da Agremiação Guerreiros Mura, Renato Teles, o Festival de Cirandas dará um salto e a festa crescerá nas mesmas proporções que o Festival Folclórico de Parintins. “A festa cresce a cada ano, mesmo com todas as dificuldades que temos com logística. Estamos sonhando alto com a ponte”, falou otimista.
Teles lamentou que este ano não houve transmissão pela TV, pois a agremiação da Ciranda Flor Matizada não assinou o contrato de adesão.
De acordo com o presidente da Agremiação Flor Matizada, Alexandre Queiroz, o advento da Ponte trará progresso não só para a cidade de Manacapuru, mais também para as cidades vizinhas como, Cacau Pirera e Iranduba. “Os benefícios serão para todos. Ganhará o setor primário, pois conseguiremos escoar produtos e mercadorias, o comércio local, a população, além das oportunidades para todos. E o Festival de Cirandas, que já faz parte da agenda cultural da cidade, poderá evoluir na produção”, concluiu.
A secretaria da Indústria, Meio Ambiente e Turismo do município, Loamir Ribeiro, falou a reportagem do Jornal do Commercio sobre a importância da ponte. “Estamos ansiosos com a inauguração, pois trará progresso para a cidade e consequentemente benefícios para todos os setores da economia. O município vai alcançar crescimento com aumentos na oferta de empregos na indústria e no comércio, vamos receber mais turistas, pois aumentará a facilidade de locomoção e logística”, explicou.

Resumo do Festival

A Ciranda Flor Matizada abriu o 14º Festival de Cirandas de Manacapuru na sexta-feira, 27, na arena “Parque do Ingá”. As apresentações das agremiações folclóricas que participam da disputa seguiram até domingo, 29.
Com o tema “Aquecimento Global”, a Flor Matizada coloriu a noite de lilás e branco, levando para a arena 180 brincantes e 80 pares de cirandeiros em busca do quinto título. O “Monstro do Lixo”, uma das alegorias levadas para a arena, retratou as doenças tropicais e enfatizou o tema do aquecimento global. Ursos polares “invadiram” o Parque do Ingá trazendo personagens da festa, como a Cirandeira Bela.
No sábado, 28, foi à vez da apresentação do Grupo Recreativo e Folclórico “Guerreiros Mura da Liberdade”, que homenageou a cidade de Manaus. Com o Tema “Deusa Mãe, Rainha do Amazonas”, a Ciranda relembrou a história da cidade de Manaus mostrando as glórias e progressos da capital. De acordo com Gamaniel Pinheiro, o cantador do grupo, o intuito é divulgar e difundir a cultura do Amazonas, numa homenagem à capital, destacando a evolução da cidade desde o ciclo da borracha até os dias atuais.
A ciranda Tradicional encerrou o festival no domingo ao defender o Tema “Manacapuru uma saga cabocla, Ciranda Tradicional”. A última agremiação fez uma homenagem aos produtores rurais, com destaque aos cultivadores de Juta e Malva.
Atraído pelo Festival, o professor universitário Cláudio Dias elogiou a infraestrutura da cidade. “Estou retornando a cidade após seis anos estou muito impressionado com o progresso da cidade. Acredito em um progresso ainda maior com o advento da ponte, vai melhorar muito a logística tanto para as pessoas que fazem à festa quanto para os turistas que visitam a cidade” lembrou o professor.

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