Centro de incubação busca R$ 5 mi

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Dentro do projeto da nova estrutura do Cide está prevista a construção de auditórios e laboratórios para o desenvolvimento de capital tecnológico das organizações.

O Cide (Centro de Incubação e desenvolvimento Empresarial) busca financiamento no valor de R$ 5 milhões junto a instituições de apoio a projetos de base tecnológica para construir um prédio de três andares, com 3600 m2. A intenção é capacitá-lo para comportar cerca de 90 empresas, o triplo do limite de 30 empreendimentos que a instituição pode ter atualmente.

Segundo o diretor-executivo do Cide, Amilton Francisco de Almeida, o projeto, que irá gerar cerca de 200 empregos diretos, prevê a criação de auditórios e laboratórios para o desenvolvimento de capital tecnológico das empresas. “Teremos uma boa infra-estrutura para oferecer suporte e meios de desenvolvimento às organizações que nos procuram”, assinalou.

A idéia também tem a proposta de propiciar um intercâmbio entre as empresas incubadas no Cide com pessoas jurídicas de outros países. “Se uma organização da Alemanha quiser vir abriremos oportunidade a ela no objetivo de permitir a interação tecnológica com os empreendimentos daqui”, frisou o executivo.

Para atingir esse objetivo, o Cide irá buscar financiamento junto a algum centro de apoio a tecnologia. Se a instituição conseguir logo esse dinheiro, o projeto poderá está pronto até o ano de 2009.

Amilton de Almeida destacou que a construção do prédio é de suma relevância para o apoio a empreendimentos de base tecnológica, permitindo o surgimento de novas empresas e o desenvolvimento de outras já existentes. “Uma proposta como essa é inovadora no Amazonas, devendo engrandecer em muito o Cide e, conseqüentemente, a geração de emprego e renda no Estado”, disse.

Nestes sete anos de existência no mercado, a instituição já ajudou a desenvolver um número de 40 empresas, sendo que algumas nasceram na própria instituição, como é o caso da Pharmakos da Amazônia. “Esse empreendimento se desenvolveu aqui, por meio do nosso apoio tecnológico e auxilio na área de capacitação empresarial e hoje já tem faturamento na casa dos milhões por ano”, disse o diretor do centro de incubação.

Para o diretor da empresa, Schubert Pinto, o Cide serviu como um importante suporte para a formação e desenvolvimento de sua indústria, que hoje passou a se enquadrar na categoria de pequena empresa. “O centro me deu a condição necessária para desenvolver até mesmo uma idéia de criação de empresa, ou seja, a instituição oferece suporte desde a formação do plano de negócio, quando ainda não existe nada de concreto, até seu desenvolvimento”, frisou.

A Pharmacos da Amazônia foi uma das primeiras empresas a receber suporte do Cide. Criada em 2000, a indústria só começou a funcionar no mercado em 2001, com apenas quatro funcionários. Hoje, a organização gera cerca de 40 empregos e vem se consolidando ao longo dos anos, como uma das principais indústrias de fitoterápicos da região. “Já estamos como a segunda maior fabricante de fitoterápicos do Estado, só perdemos da Amazon Ervas”, disse Schubert Pinto.

Atualmente, a fábrica está se preparando para deixar as dependências da instituição e se alocar em uma área própria. “A principal contribuição do Cide, entre tantas, é a disponibilidade de infra-estrutura necessária ao desenvolvimento dos empreendimentos, pois as salas disponíveis lá têm preço muito abaixo do mercado”, destacou Pinto.

Órgão apoia capacitação

Atualmente, o Centro de Incubação e desenvolvimento Empresarial oferece apoio para 23 empresas de diferentes segmentos tecnológicos, pertencentes a segmentos, como informática e produtos fitoterápico.

O Cide capacita os empreendedores na área de gestão, infra-estrutura e até mesmo auxilia para que cada empresa possa conseguir financiamento junto a alguma instituição que atua com financiamento.

Além da construção de um novo prédio, o Centro de Incubação Empresarial tem um projeto para implementar um pólo da moda, onde serão desenvolvidas empresas do ramo de confecção, um nicho de mercado diferente dos segmentos apoiados hoje pelo centro empresarial.

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