Hoje, dia 08/10/2020, meu grande amigo doutor Mário Expedito das Neves Guerreiro completa 100 anos de existência. Gostaria imensamente de abraçá-lo, como faço todos os anos, mas a pandemia não está permitindo.

Interessante é que ele completa seu centenário justamente na semana em que o governador do estado, Wilson Lima, o secretário Petrucio Magalhães, e o seu filho Sebastião Guerreiro foram até a Ilha do Marrecão, zona rural de Manacapuru, abraçar os juticultores, distribuir sementes de juta para a safra 2020/2021 e anunciar o aumento e o  pagamento da subvenção estadual.

No passado distante, Dr. Mário e sua equipe usavam a lancha “Ryota Oiama” singrando os rios do Amazonas distribuindo sementes de juta e malva aos ribeirinhos das áreas de várzea.

Isso mostra que tudo o que meu amigo sempre apoiou, incentivou, lutou e se dedicou empresarialmente ao longo de boa parte dos seus cem anos continua bem atual, ou seja, nosso estado continua acreditando nas fibras de juta e malva para voltar a movimentar a economia do interior, levar renda aos nossos ribeirinhos, e reduzir a importação de outros países.

Recordo-me, com muita saudade, das minhas repetidas visitas à Brasiljuta, sempre muito bem recebido e servido com o tradicional xarope de guaraná bem gelado. Uma tradição jamais esquecida.

A simplicidade do aniversariante centenário impressiona-me. O Amazonas perdeu a oportunidade de tê-lo como governador. A sua declinação ao elevado cargo foi lamentada por muita gente. Perdemos a oportunidade de ser comandados por um grande gestor que sempre demonstrou muita paixão e grande interesse no desenvolvimento do nosso estado. Esse seu comportamento em prol do crescimento da nossa região sempre foi muito visível nos encontros empresarias, na direção do BEA e da Brasiljuta.

Também não esqueço que estivemos lado a lado para reativar a Fabriljuta da minha querida Ilha Tupinambarana, Parintins. Aliás, o setor primário nunca mais foi o mesmo depois do inaceitável fechamento daquela indústria, que tantos empregos gerou no município.

Tenho certeza que no rol dos inúmeros brasileiros ninguém valorizou tanto um dos nossos mais importantes e valiosos patrimônio, a nossa várzea.

Ao Dr. Mário, o reconhecimento de todos os amazonenses. O nosso muito obrigado!

Um ícone no meio industrial.

Um visionário no desenvolvimento rural do Amazonas.

Parabéns! Nos 101 anos já teremos a vacina e poderemos nos abraçar!

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