9 de maio de 2021

Trata-se de jubilar o acervo de 117 anos de existência, quando a 2 de janeiro de 2021, o nosso Jornal do Commercio alcançará aquele marco, um algarismo de rumo sem fim segundo se colhe da sua imanência.

Fundado que foi por J. Rocha dos Santos, em 2 de janeiro de 1904, então hodiernamente presidido até o óbito de Guilherme Aluízio (in memoriam), a propósito contemporâneo de colégio deste articulista. Ora encontra-se o consagrado empreendimento sob a direção de Ubaldino Meireles, revelando-se como dos mais antigos jornais do Brasil. Segue avesso a noticiário menos qualificado, mantendo-se voltado para o setor de atividades econômicas e eruditas do Estado e o mais do gênero, sempre mirando a posteridade, não fosse assim a sua motivação de sempre. 

Nisso, ademais, concretiza-se num festejado noticioso que diariamente presta valiosas informações acerca de saberes e oportunidades de toda ordem, em favor dos que as buscam nas suas páginas, especialmente de modo a encorajar a juventude, mediante noticiar a ocorrência de aguardados vestibulares, nessa marcha também dando conta da realização próxima de concursos públicos de vulto, sempre intensamente aspirados pelos que visam a realização profissional a ser alcançada por sadios meios próprios. Não bastasse, destaca-se no acolhimento a artigos de colunistas colaboradores assinando assuntos de relevante cultura em geral. Tem sido assim.

Bem cabe proclamar, ao alento desde sempre deste molde de Jornalismo, como tal pondo-se ativamente no conjunto dos jornais ou dos jornalistas; imprensa. Diga-se, avançando mais ainda neste apanhado, traduz-se na coleta, investigação e análise de informações para a produção e distribuição de relatos sobre a interação de eventos, fatos, ideias e pessoas que são notícia e que podem afetar a sociedade em algum grau.

Quer dizer, mostra-se como palavra escrita que se atira na direção dos métodos da coleta de dados e à organização de estilos literários por meio de uma plataforma de difusão, levando a todos até o que se liga aos direitos fundamentais, alcançando divulgar os fatos que acontecem no mundo, no nosso país e na nossa cidade como se abordou linhas acima, o que lhe é da índole bem singular, segundo se oferece a notar, repita-se.

Ou seja, este jornal, como parte da imprensa, como é de ver, caminha na trilha da comunicação social, ou ciência dessa natureza, uma disciplina acadêmica que, asseguram as fontes confiáveis, estuda os meios pertinentes dessa espécie, tais como métodos de investigação empírica e análise crítica para desenvolver um corpo de conhecimentos que abrange uma variedade de tópicos, desde conversas e interação do dia a dia até sistemas de comunicação social e cultural no nível macro, ou seja lida com processos de comunicação humana e comportamentos, poderes de comunicação nas relações interpessoais, interações e comunicação em diferentes culturas. É verdade.

Logo, cabe registrar que o jornalismo queda-se de preferência entregue nas mãos de quem cursou especialização acadêmica para tal, presentes as competências humanas referentes a texto, imagem e mídias em geral mas sem deixar de lado o quanto a rigor pode ser exercido ainda que ausentes os moldes acima, desde que alguém esteja nutrido com saberes auto didáticos suficientes colhidos do dia a dia, visto como  experimental, prático, comunicação verbal, diálogos, leituras de livros, revistas, jornais, remarque-se. É bem o caso deste articulista que resolveu não concluir o curso acadêmico de jornalismo, parecendo-lhe que lhe bastaria completar os saberes colhendo-os do cotidiano como acima posto. É um inegável quadro efetivo, consagrado e corrente.

Finalize-se aclamando que acima de reportar-se apenas aos eventos gerais dispostos no dia a dia, este jornal voltou-se para promover abordagens outras, tais como entrevistas sobre procedimentos em marcha da lavra de setores públicos, de cunho oportuno e proveitoso visando em geral dias adiante, oferecendo-as nas suas redes sociais, o que se tem revelado de inegável sucesso.   

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