Castro diz que falta debate sobre saneamento básico

A questão do saneamento não apenas do ponto de vista do fornecimento de água potável, mas também do tratamento dos resíduos sólidos e líquidos, dos dejetos, do lixo produzidos pela sociedade de Manaus foram abordados e criticados pelo deputado Luiz Castro (PPS). Segundo ele, esses até agora têm pouca repercussão na atual discussão político-eleitoral, levando-se em consideração serem todos eles importantes para a construção de uma sociedade que busca qualidade de vida com padrões do terceiro milênio.
Acredita Castro que um dos maiores erros que se teve no Amazonas, na condução das políticas públicas sobre a água, foi a de permitir que a mesma fosse considerada um bem comercial, pura e simplesmente. Por isso, destaca que seu partido – o PPS – entende que é preciso colocar com clareza à população que o poder público tem de garantir, efetivamente e sem depender da iniciativa privada, o fornecimento de água potável para a população de qualquer cidade do país.
Sobre o assunto, o deputado Luiz Castro afirmou que o governo do presidente Lula acaba de repassar à sociedade amazonense, através da Prefeitura de Manaus, R$ 250 milhões que, a partir de agora, devem ser monitorados para saber como a Água do Amazonas retribuirá esses investimentos em favor do povo amazonense.
Segundo o deputado, a saúde começa pelo saneamento básico, bem antes do conforto. Com essa convicção, ele lembrou a diminuição na construção de rede de esgoto, em Manaus, causada pelo prefeito Serafim Corrêa, sem nenhuma justificativa. A Câmara Municipal de Manaus e a população não protestaram como se essa atitude fosse a coisa mais normal do mundo. “Todos os nossos igarapés estão poluídos, alguns de forma irremediável, fruto de verdadeiras sandices” criticou.
Com base em dados oficiais, disse o deputado Luiz Castro que Manaus recebe, por ano, 62 mil novos habitantes, 32 mil deles oriundos de imigração do interior e de outros Estados, e outros 30 mil que nascem de famílias que aqui já residem.
Para o deputado, é necessário despertar a consciência do povo e da população estudantil nas escolas sobre a importância do saneamento e do poder público para o tratamento de esgoto.

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