Casal Renascer promete processar promotor de Justiça

A igreja Renascer divulgou, na sexta-feira passada, nota em que contesta as declarações feitas pelo promotor paulista Marcelo Mendroni ao Jornal da Globo. O promotor afirmou que os R$ 4 milhões encontrados na conta do apóstolo Estevam Hernandes foram obtidos de forma ilícita, por meio de crimes como estelionato e falsidade ideológica cometidos no Brasil.

Em nota, também assinada pelo casal Hernandes, a igreja Renascer afirmou que “as declarações do promotor Marcelo Mendroni são mentirosas, difamatórias e elaboradas deliberadamente de maneira a induzir a erro a opinião pública”.

No documento, o casal afirma que as “descobertas” do promotor constam nas declarações de Imposto de Renda da família Hernandes e nos depoimentos que Estevam e Sônia prestaram à Justiça americana. “E, apesar de constarem em documentos oficiais, os números foram maliciosamente manipulados e interpretados”, ressaltaram.
O casal também afirmou que a Renascer já acionou seus advogados no Brasil e nos Estados Unidos para as devidas providências civis e criminais contra o promotor. “Que a Justiça se manifeste, e que o próprio Ministério Público analise com isenção o comportamento narcisista e visivelmente autopromocional de um de seus membros”.
Estevam e Sônia Hernandes foram condenados em agosto pela Justiça americana por entrar nos Estados Unidos com dinheiro não declarado. Eles vão cumprir 140 dias de reclusão, cinco meses de prisão domiciliar e mais dois anos de liberdade condicional.

O apóstolo cumpre primeiro a pena do período de reclusão, enquanto Sônia cumpre a prisão domiciliar. O juiz americano Federico Moreno decidiu dessa forma para que um possa cuidar da família enquanto o outro estiver recluso. Além disso, a Justiça decidiu que cada um deverá pagar uma multa de US$ 30 mil.

Segundo a nota divulgada, as declarações do promotor Marcelo Mendroni, do Ministério Público do Estado de São Paulo, foram prestadas de forma enviesada a órgãos de comunicação selecionados e são mentirosas, difamatórias e elaboradas deliberadamente de maneira a induzir a erro a opinião pública.

Diz ainda a nota que a Justiça se manifeste, e que o próprio Ministério Público analise com isenção o comportamento narcisista e visivelmente autopromocional de um de seus membros.

Pede a nota que a população reflita sobre a atitude sem limites de um homem investido de poder que, aproveitando a solidão de uma família momentânea e injustamente privada de seu chefe, ataca-a impiedosamente, por motivos não de interesse público, mas estritamente pessoais e mantidos em segredo. A nota afirma que não houve investigação nenhuma e as pretensas descobertas se referem justamente a fatos e números que já constam nas declarações de Imposto de Renda.

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