Camargo Corrêa movimenta R$ 75 milhões

Com um volume de negócios de R$ 75 milhões em obras de infra-estrutura na cidade, por meio de contratos resultantes de licitação pública promovida pela prefeitura, a Camargo Corrêa planeja ampliar a sua atuação em Manaus, de acordo com o diretor de projetos e transportes da companhia, Dalton Avancini.
Segundo o diretor de projetos, em Manaus a companhia atua hoje apenas na parte de engenharia e construção, que representa 23% das atividades da empresa. Do total faturado no ano passado, o segmento respondeu por R$ 2,7 bilhões, uma expansão de 20%, ante o exercício anterior.
Para o diretor, Manaus é uma cidade com grande potencial de investimento para a companhia. “Por se tratar de um lugar carente de infra-estrutura, não apenas quanto aos sistemas viários, mas também na questão aeroportuária, ainda há muito que crescer no mercado local”, afirmou.

Falta de recursos

Segundo Avancini, a Camargo Corrêa tem até certa tradição na cidade, onde atuou em grandes empreendimentos, como na construção do aeroporto internacional Eduardo Gomes. “Depois de um período afastados, estamos voltando com o intuito de crescer, atuando comercialmente na região, onde já há interesses inclusive na área imobiliária”, disse.
Entre os motivos que mantiveram o grupo distante, Avancini citou o baixo volume de investimentos do poder público, o que não criava nenhuma atratividade para o setor da construção. “Há dois anos percebemos que aqui há um mercado promissor, já que os governos estadual e municipal têm demonstrando interesse em ampliar a infra-estrutura local”, comentou.

Próximas edificações

A Camargo Corrêa é uma das 20 empresas que já adquiriram o edital de concorrência pública para a ponte que ligará Manaus a Iranduba, a 27 km da capital amazonense, que deverá custar aproximadamente R$ 400 milhões e tem previsão de inauguração para os primeiros meses de 2010.
Conforme dados de seu relatório anual, no ano passado, a receita bruta do grupo no Brasil foi de R$ 9,9 bilhões, um crescimento nominal de 24,6% em relação ao ano anterior, sendo 21,8% de crescimento real, e o lucro líquido chegou a R$ 863,9 milhões em 2006. Atualmente, a organização emprega cerca de 30 mil pessoas, e atua nas áreas de cimento, calçados, engenharia e construção, siderurgia, gestão ambiental e têxtil.

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