Câmara adia votação de “impeachment” contra Arruda

A Câmara Legislativa do Distrito Federal adiou para quinta-feira a votação do parecer aprovado pela comissão especial que pede o “impeachment” do governador afastado José Roberto Arruda (sem partido).
No mesmo dia, será julgado o pedido de liberdade do governador José Roberto Arruda, preso desde o dia 11 de fevereiro na Polícia Federal, no STF (Supremo Tribunal Federal).

A previsão era que o texto – assinado pelo deputado Chico Leite (PT) – fosse analisado nesta terça-feira.
O adiamento foi provocado porque a Casa ainda não publicou no “Diário Oficial” da Câmara a aprovação do parecer do petista que defende a cassação de Arruda por ter cometido pelo menos três crimes de responsabilidade.
Na sessão marcada para amanhã, os deputados distritais devem fazer a leitura do parecer. Se o texto for aprovado pelo plenário, com o voto de 13 dos 24 distritais, abre-se um prazo de 20 dias para a defesa do governador.
Um novo parecer terá que ser produzido para ser votado novamente pela comissão especial. Aprovado, o texto segue para o plenário.

Nessa votação, o texto só será validado se tiver o voto favorável de 16 dos 24 deputados. Com o parecer acatado, Arruda é afastado por 120 dias e o pedido de cassação será julgado por um tribunal composto por cinco desembargadores e cinco deputados distritais.
Para a votação dos processos de impeachment, a Mesa Diretora da Câmara decidiu nesta segunda-feira convocar sete suplentes de deputados distritais para tomarem posse.

Esquema de corrupção

Os suplentes vão substituir os parlamentares que são acusados de participação no esquema de corrupção e que foram suspensos por decisão da Justiça local da análise do processo.

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