15 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Calote tem a maior queda na série histórica

O indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor registrou queda quadrimestral de 5,2% em relação ao mesmo período de 2009, o maior declínio para os primeiros quatro meses do ano desde o início do indicador, em 2000

O indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor registrou queda quadrimestral de 5,2% em relação ao mesmo período de 2009, o maior declínio para os primeiros quatro meses do ano desde o início do indicador, em 2000. O índice também revelou quedas de 1% na comparação mensal, entre abril e março de 2010, e de 0,6% na variação anual, entre abril de 2010 e abril de 2009.
Os economistas da Serasa avaliam que os menores níveis de inadimplência decorrem dos impactos conjunturais do forte crescimento econômico sobre a evolução do emprego e da renda, da normalização da oferta de crédito ao consumidor e do maior estímulo à renegociação de dívidas.
Para os economistas, a elevação da taxa Selic, determinando o crédito mais caro já em maio, e a perspectiva de novas correções da taxa básica de juros, juntamente com o maior endividamento do consumidor, devem criar pressões sobre a inadimplência brasileira no segundo semestre.

Cheques e protestos

Na decomposição do indicador, fazendo a comparação mensal entre abril e março de 2010, verifica-se que os cheques e os protestos foram os responsáveis pela maior parte da queda na inadimplência mensal
Na comparação entre os primeiros quatro meses de 2010 ante 2009, o valor médio das dívidas dos consumidores brasileiros com cheques subiu 42,9%, de R$ 844,69 (2009) para R$ 1.206,89 (2010), a maior alta entre as quatro modalidades de inadimplência analisadas. A segunda maior elevação foi registrada entre os títulos protestados, que subiram 11,9% na comparação quadrienal, de R$ 1.042,81 (2009) para R$ 1.161,20 (2010).
O valor médio das dívidas com cartões de crédito e financeiras subiu 2,8%, na mesma comparação, de R$ 374,91 (2009) para R$ 385,51 (2010). E as dívidas com bancos também sofreram alta, de 1,9%, subindo de R$ 1.333,15 (2009) para R$ 1.359,11 (2010).

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