Cade aprova fusão de BM&F e Bovespa sem nenhuma restrição

Atualmente, por ano, as duas empresas somam R$ 500 milhões em gastos e prevêem ter uma economia de R$ 100 milhões por ano, em média.

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou ontem a fusão entre a Bovespa Holding e a BM&F, anunciada para o mês de março.
A fusão das bolsas cria a terceira maior bolsa do mundo -atrás apenas da Bolsa de Frankfurt (Alemanha) e da Chicago Mercantile (EUA)- e a segunda maior bolsa das Américas.
As empresas protocolaram, no último dia 4, pedido de registro de companhia aberta junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Após essa resposta, esperada para o mês de agosto, as ações das duas poderão ser unificadas no mercado financeiro.
A parceria entre Bovespa e BM&F deverá resultar em economia de 25% das despesas operacionais até 2010. Atualmente, por ano, as duas empresas somam R$ 500 milhões em gastos e prevêem ter uma economia de R$ 100 milhões por ano, em média.
O presidente do conselho de administração da nova companhia, Gilberto Mifano, afirmou na semana passada que, a despeito da crise mundial da economia, os investimentos no mercado financeiro brasileiro continuarão em um patamar alto, ainda que em menor volume do que o constatado em 2007.
Sobre os papéis da nova companhia, Mifano afirmou que, do ponto de vista do investidor de uma das companhias, a fusão permitirá que as ações tenham mais liquidez.
Ele disse ainda que, do ponto de vista do preço, pode haver algum avanço, mas que esse não é o ponto principal, em relação às ações da nova companhia.

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