Burocracia para adquirir financiamento é entrave para alavancar setor

A burocracia para adquirir financiamento para os setores de pesca, aquicultura e agricultura é o principal gargalo enfrentado pelos pequenos empresários para alavancar o setor no Amazonas. Par se ter uma idéia, o FNO (Fundo Nacional de Financiamento do Norte) atendeu apenas 80 dos 160 pescadores previstos que seriam beneficiados com o financiamento, dos quais giram em torno de R$ 6 mil a R$ 26 mil para cada trabalhador. Os números são referentes ao primeiro semestre deste ano.
As informações foram divulgadas durante a reunião do Conselho Estadual de Pesca e Aqüicultura (Sepror/Sepa), realizada no final de semana, na (Assembleia Legislativa do Amazonas), como parte da programação da 3ª Semana da Pesca do Amazonas.
O deputado estadual Adjuto Afonso (PP), membro da Cdiapa (Comissão de Desenvolvimento do Interior Agropecuário, Pesca, e Abastecimento) deste Poder, informou que a Casa já encaminhou uma indicação para criação do Fundo de Aval para o Amazonas.
Ele explicou que o Fundo é importante porque destina à concessão de garantias complementares, necessárias à contratação de financiamentos por parte dos agricultores. “A criação deste sistema iria minimizar os transtornos enfrentados por esses trabalhadores, uma vez que vai ajudar o pequeno produtor que não tem garantia para suportar o financiamento.
Acredito que, em breve, deveremos ter um resultado satisfatório, pois vários estados já disponibilizam deste recurso para incentivar o crescimento dos micro e pequenos empreendedores”, salientou Adjuto Afonso.
Em todo o Amazonas há aproximadamente 42 mil trabalhadores associados na Fepesca (Federação dos Pescadores do Amazonas), distribuídos em 57 colônias de pescadores e 20 associações voltadas para o setor.
Além do parlamentar e diversos pescadores, participaram da reunião os deputados Luiz Castro (PPS), Walzenir Falcão (PTB) e representantes do Banco da Amazônia, Banco do Brasil e Afeam (Agência de Fomento do Amazonas), que prometeram, na ocasião, rever as negociações do financiamento.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email