Brasil não quer criar antagonismo com Chávez

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse na quinta-feira que o governo tem uma boa relação com a Venezuela. Ela disse que mesmo que o Brasil tenha alguma divergência com o país de Hugo Chávez, não pretende criar antagonismos na América Latina.

“As propostas de Hugo Chávez, presidente da Vene-zuela sempre serão ouvidas pelo governo. Não queremos uma posição de antagonismo”, disse Dilma durante sabatina da Folha, em São Paulo. “Mas isso não significa que iremos concordar com tudo”.

A ministra responde a perguntas de quatro entrevistadores e também da platéia. Dilma é sabatinada por Fernando de Barros e Silva (editor de Brasil da Folha), Renata Lo Prete (editora do “Painel” da Folha), Valdo Cruz (repórter especial do jornal) e Eliane Cantanhêde (colunista da Folha).

A ministra não quis comentar a situação política da Venezuela, especialmente sobre o cancelamento de concessões de TV -como a RCTV. “Não nos cabe falar do mérito”, disse. “Mas a situação deles é bem distinta à nossa”. Dilma é a sexta a participar do ciclo de sabatinas da Folha neste ano. Antes dela, o jornal sabatinou o climatologista Carlos Nobre (março), o arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer (abril), o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (maio), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão (junho) e o economista Delfim Netto (agosto).

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