Brasil é único mercado a recuperar patamar pré-crise

O levantamento, feito pela consultoria Economática, leva em conta os números dos mercados até o fechamento de anteontem, terça-feira, 25.

Na terça-feira, o Ibovespa, principal índice da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), driblou a realização de lucros e emendou o 34º recorde no ano, encerrando o pregão em alta de 0,24%, aos 58.857 pontos.
Depois do Ibovespa, o índice mais próximo de recuperar o patamar anterior à crise de crédito é o DJIA (Dow Jones Industrial Average), da Bolsa de Valores de Nova York, que encerrou a terça-feira aos 13.779 pontos, o que corresponde a 98,4% do patamar recorde, de 14.000 pontos.

Na terceira posição está outro índice americano, o S&P 500, que fechou anteontem em leve queda, aos 1.517 pontos (o recorde é de 1.553). O terceiro índice de referência nos EUA, o Nasdaq, das empresas de tecnologia, está na 11ª posição entre os que mais se aproxima do recorde histórico, aos 2.683 pontos -trata-se de 53,2% do pico obtido em 10 de março de 2000, de 5.049 pontos. A quarta posição é do IPyC, do México, que está na casa dos 30.294 pontos, o equivalente a 93,5% do recorde, de 32.411 pontos.
No quinto lugar aparece o Merval, da Argentina, que encerrou em 2.145 pontos -o recorde é de 2.303 pontos, registrado em julho.

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