Brasil concentra mais de 60% do mercado de outsourcing na AL

Após o desempenho histórico registrado em 2005, quando o mercado brasileiro de outsourcing de impressão alcançou um aumento recorde de 42,5%, novamente o crescimento acelerado acima de dois dígitos apontado em 2006 manteve o país na liderança absoluta da região. No total, foram 10,7 bilhões de páginas impressas com tal serviço no ano passado, o que representou um crescimento de 28,8%, além da constatação de que mais de 60% dos serviços contratados em toda a região são provenientes do Brasil.
Segundo Luciano Crippa, analista da IDC, responsável pelo estudo Latin America Printing Outsourcing 2007, os resultados comprovam: o Brasil é um caso de sucesso na terceirização de impressão.

“E além do destaque regional, nosso país começa a ter relevância mundial, com muitas empresas multinacionais que iniciaram a contratação dos serviços no Brasil, replicando operações de roll-out (entrada do produto no mercado) entre suas subsidiárias localizadas nos outros países da região latino-americana”, destacou o executivo.
O crescimento brasileiro em outsourcing de impressão indica a saída da primeira fase, onde o foco das empresas está em adquirir TI para reduzir custos, para uma segunda etapa, mais madura, que objetiva a procura pela terceirização dos processos de negócios (BPO).

“Isso não implica, entretanto, que o Brasil tenha atingido plena maturidade nos serviços de outsourcing de impressão. O crescimento acima de dois dígitos indica justamente ser um mercado em ascensão, porém não estabilizado”, disse Crippa.

Os maiores contratos continuam sendo fechados, principalmente, pelas empresas dos segmentos de finanças e manufatura, entretanto, aderidos de forma geral por companhias de grande porte de todas as verticais. O que se observa agora em 2007 é uma movimentação dos fabricantes de impressoras em treinar seu canal de revendas para prestar os serviços de outsourcing de impressão às pequenas e médias empresas.

Crippa destacou ainda a indicação dada pelo estudo quanto à ausência destes contratos no governo brasileiro.
“Apesar de não ter o perfil de um early adopter (adotante matinal), o segmento de governo sempre foi um dos maiores investidores em tecnologia no Brasil. É estranho notar que o governo ainda investe bastante em hardware e software, com poucas iniciativas na contratação de serviços de TI. O esperado é que este segmento concretize seus investimentos neste tipo de solução em 2008, seguindo os passos do governo mexicano”, explicou Crippa.

Base de conhecimento

IDC, empresa líder em inteligência de mercado, consultoria e conferências nos segmentos de Tecnologia da Informação e telecomunicações, utiliza sua extensa base de conhecimento sobre o mercado, provedores e consumidores para auxiliar seus clientes no endereçamento de questões estratégicas relativas à oferta e ao uso de soluções tecnológicas.

A IDC possui mais de 900 analistas, distribuídos em 90 países, e há mais de 43 anos provê informação global, regional e local sobre tecnologias, oportunidades e tendências. A IDC é subsidiária da IDG, líder mundial em mídia de tecnologia. Para mais informações sobre a IDC visite www.idc.com.

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