Bovespa esvazia e fecha em alta de 0,36% comproximidade do Copom

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) finalizou o primeiro pregão do mês com recuperação moderada, em um dia morno. Sem sua principal referência externa, e com a proximidade do Copom (Comitê de Política Monetária), os investidores optaram por ficar de fora do mercado.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, finalizou o dia em alta de 0,36%, aos 54.833 pontos. O volume financeiro foi de R$ 2 bilhões, abaixo da média diária do ano (R$ 4,3 bilhões). O feriado americano do “Dia do Trabalho” determinou a suspensão dos negócios da Bolsa de Nova York. A moeda norte-americana foi negociada a R$ 1,955 para venda, com decréscimo de 0,45%.
Para analistas, a calmaria dos mercados ainda reflete os efeitos da ação “coordenada” da dupla Bush-Bernanke na semana passada. “Os compradores voltaram à Bolsa porque ficaram mais tranqüilos com a ação política”, afirma Francisco Barbosa, economista e responsável pela área técnica da corretora Magliano.
Na semana passada, o presidente dos EUA, George W. Bush, anunciou medidas para ajudar as famílias afetadas pelos problemas do mercado de crédito imobiliário americano. E o presidente do Federal Reserve (banco central dos EUA), Ben Bernanke, sinalizou que a autoridade monetária deve continuar a fornecer recursos para o sistema financeiro.
O mercado doméstico formou consenso em torno de uma redução dos juros em 0,25 ponto percentual, para 11,25% ao ano. Economistas de bancos e corretoras estão preocupados com a sinalização do Comitê para as próximas reuniões e alguns já temem que a autoridade monetária suspenda o ciclo de corte da taxa Selic.

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