Bolsas sobem com resultados corporativos e espera por FED

As bolsas européias fecharam em alta, impulsionadas pelos resultados do Société Générale e da Air France-KLM, que anunciaram resultados melhores que o esperado pelos investidores. A expectativa pela manutenção da taxa de juros do Federal Reserve (FED, o BC americano) hoje também animou os negócios.
A Bolsa de Londres subiu 2,52%, para 5.454,50 pontos; a Bolsa de Paris teve alta de 2,47%, indo para 4.386,35 pontos; a Bolsa de Frankfurt subiu 2,66%, para 6.518,70 pontos; a Bolsa de Amsterdã avançou 2,80%, para 403,46 pontos; a Bolsa de Milão teve ganho de 2,72%, indo para 21.955 pontos; e a Bolsa de Zurique subiu 1,59%, para 7.190,78 pontos.
As ações do Société Générale subiram 9,4% ontem. O banco anunciou que teve uma queda de 63% em seu lucro no segundo trimestre, que ficou em 644 milhões de euros (cerca de US$ 1 bilhão), contra 1,74 bilhão de euros (US$ 2.69 bilhões) um ano antes. A divisão de investimentos teve um prejuízo de 186 milhões de euros (US$ 287.89 milhões) no trimestre passado, contra um lucro de 721 milhões de euros (US$ 1.115 bilhão) um ano antes.
Mesmo assim, o resultado ficou acima do esperado: a previsão dos analistas era de de um lucro menor, de 550 milhões de euros (US$ 850.7 milhões).
As ações do banco britânico Standard Chartered subiram 8,4% depois da divulgação de um crescimento de 31% em seu lucro no primeiro semestre, com o avanço nos empréstimos corporativos na Índia e em Hong Kong. Os papéis do Barclays também subiram (+8,8%), com a companhia suíça Swiss Re, líder mundial das seguradoras, anunciou a aquisição da britânica Barclays Life, por 453 milhões de libras (571 milhões de euros). O comunicado indica que a aquisição será efetivada até outubro.
As ações da Air France subiram 9,4%. A empresa informou que seu lucro líquido caiu 59,4% no segundo trimestre, mas superou o esperado. As ações da Ryanair subiram 11%; e as da British Airways subiram 5%.
A expectativa de que o FED vá manter sua taxa de juros nos atuais 2% aliviou os investidores. Segundo analistas, o BC americano deve aguardar para ver se os cortes de juros entre setembro de 2007 e abril deste ano terão efeito positivo sobre a economia dos Estados Unidos, que apresentou crescimento de apenas 1,9% no segundo trimestre.

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