Bolsas fecham em baixa com dados de emprego nos EUA

As Bolsas européias fecharam em baixa, afetadas por dados sobre criação de empregos e sobre desemprego nos EUA em julho, divulgados no final de semana.
A Bolsa de Londres caiu 1,21% e ficou em 6.224,30 pontos; a Bolsa de Paris teve baixa de 1,48% e fechou em 5.597,89 pontos; a Bolsa de Frankfurt registrou recuo de 1,31%, indo para 7.435,67 pontos; e a Bolsa de Milão caiu 0,75%, para 30.915 pontos.
O Departamento do Trabalho dos EUA informou que a economia do país gerou 92 mil empregos em julho, enquanto a taxa de desemprego subiu para 4,6%. A criação de empregos nos EUA vem registrando perda de força mês a mês: em junho foram criadas 126 mil vagas e em maio, 188 mil – os números foram revisados para baixo, em relação às leituras iniciais: 132 mil e 190 mil respectivamente. A média de novos postos de trabalho neste ano nos Estados Unidos ficou em 136 mil/mês.
Entre os papéis que mais caíram estiveram os das empresas ligadas ao setor petrolífero, com o recuo do preço do petróleo para menos de US$ 77. Os destaques de baixa foram as ações da BG Group (-2,5%) e da British Petroleum (-1,5%). As ações da seguradora Allianz caíram 1,8% em Frankfurt, com a informação de que seu lucro no segundo trimestre caiu 6%.
As ações da British Airways também fecharam em baixa (-0,02%), mas durante o dia se mantiveram em alta, depois que a empresa anunciou um crescimento de 75% no lucro do primeiro trimestre.
Em alta fecharam as ações da farmacêutica Novo Nordisk, do Deutsche Post e a empresa de engenharia Tomkins.
A Bolsa de Xangai na China encerrou sexta-feira em nova pontuação recorde, depois dos abalos causados pela incerteza quanto aos efeitos dos problemas no mercado hipotecário dos EUA sobre a economia americana e global.
O índice Shanghai Composite, da Bolsa de Xangai, subiu 3,5% e ficou com 4.560,77 pontos. O índice Shenzhen Composite, da Bolsa de Shenzhen, teve alta de 2,3% e ficou com 1.323,40 pontos.
A Bolsa de Xangai já havia registrado recordes na segunda-feira e na terça-feira, com as expectativas dos investidores por resultados corporativos positivos. Na quarta-feira as Bolsas na China tiveram queda, afetadas pelas perdas em Nova York, devido ao risco de que os problemas no segmento “subprime” (de maior risco) do mercado hipotecário possam comprometer a economia do país.

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