Bolsas europeias fecham em alta com ganhos no setor financeiro

As Bolsas europeias fecharam em alta na quinta-feira, com o índice FTSEurofirst 300 – que reúne ações das principais empresas europeias – tendo chegado ao maior nível desde novembro do ano passado.
Indicadores econômicos e balanços positivos de empresas contribuíram para o resultado favorável do fechamento de quinta-feira.
O FTSEurofirst 300 fechou em alta de 2,3%, com 931,72 pontos. O índice agora já subiu 44% em relação a seu ponto mais baixo, atingido em março. Nas últimas três semanas, o índice registrou avanço de 14%.
A Bolsa de Londres fechou em alta de 1,85% no índice FTSE 100, aos 4.631,61 pontos; a Bolsa de Paris teve alta de 2,08% no índice CAC 40, para 3.435,49 pontos; a Bolsa de Frankfurt teve alta de 1,71% no índice DAX, para 5.360,66 pontos; a Bolsa de Zurique fechou em crescimento de 2,51% no índice Swiss Market, que ficou com 5.932,62 pontos; e a Bolsa de Madri fechou em alta de 1,96%, indo para 1.131,28 pontos no índice Madrid General.

Setor financeiro

As ações do setor financeiro estiveram entre as que mais subiram na quinta-feira, com destaque para as do HSBC, Barclays, Lloyds, Royal Bank of Scotland, BNP Paribas, Société Générale e Natixis, que avançaram entre 1% e 16,5%.
Os papéis da companhia britânica de telecomunicações BT Group subiram 12,6%, depois que a empresa apresentou uma queda de 3% em seu balanço trimestral -resultado melhor que o esperado pelos analistas.
Nos Estados Unidos, o mercado também tem um dia positivo, depois da divulgação dos dados sobre emprego no país.
O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos informou que o número de pessoas que recebem o benefício há pelo menos duas semanas, por sua vez, caiu para 6,2 milhões na semana encerrada no último dia 16 de julho (data da leitura mais recente disponível), menor nível desde meados do mês de abril.

Balanços otimistas

A expectativa do Departamento era de uma elevação para 6,3 milhões, contra os 6,23 milhões na leitura imediatamente anterior.
Outros balanços que foram recebidos com otimismo foram os da Colgate-Palmolive -que teve lucro líquido de US$ 561,6 milhões, uma alta de 13,7% sobre o resultado do mesmo período do ano passado- e da Motorola -que teve um lucro de US$ 26 milhões no segundo trimestre, ante prejuízo de US$ 231 milhões no mesmo período um ano antes.

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