Bolsa Idiomas vai capacitar manauaras para a Copa 2014

O Programa Bolsa Idiomas, criado pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, beneficiará, inicialmente, pelo menos 500 trabalhadores dos setores do comércio e serviços, que deverão iniciar os cursos de Inglês ou Espanhol já a partir de agosto.
Na primeira fase, que terá duração de um ano, terão preferência na concessão do benefício trabalhadores que desenvolvam atividades onde haja contato direto com o público como, por exemplo, permissionários do Mercado Municipal Adolpho Lisboa e da Ponta Negra. O Programa será executado pela Fundação Escola de Serviço Público Municipal e Inclusão Socioeducacional (FESPI).
O objetivo dessa primeira fase do Bolsa Idiomas é capacitar o trabalhador para prestar atendimento mais eficiente a turistas e visitantes, durante a Copa de Futebol de 2014. Após a Copa, a prefeitura irá expandir a iniciativa para a população em geral, sempre com foco na qualificação de recursos humanos para o desenvolvimento profissional e, também, para o crescimento da economia local.
A expectativa é que o número de beneficiados seja ainda maior, do que os 500 inicialmente previstos para a primeira chamada de seleção. “Isso dependerá da adesão das instituições de ensino ao Programa. Mas nossa expectativa é bem positiva, nesse sentido”, frisa a diretora-presidente da FESPI, Luiza Bessa Rebelo. Ela antecipa que deverão ter preferência, na primeira seleção, permissionários da prefeitura, taxistas, trabalhadores do segmento de Bares e Restaurantes, atendentes de cinemas, teatros, dentre outros atuantes nos setores de comércio e serviços, com destaque para o turismo.
Os beneficiados terão acesso a bolsas de estudo parciais (50% ou 75%) ou integrais, de 100% do valor do curso. Para concorrer às bolsas, as pessoas terão que ser residentes em Manaus; ter 16 anos ou mais; comprovar renda familiar per capta de até um salário mínimo e meio; estar cursando ou ter concluído o ensino médio; e não estar inscrito em outro programa similar, na prefeitura como, por exemplo, o Bolsa Universidade.
O projeto de lei nº 170/2013, que trata da criação do programa, foi aprovado pela Câmara Municipal de Manaus. A CMM aprovou, também, o PL nº 171/2013, que dispõe sobre o regime de compensação tributária das instituições que aderirem à iniciativa. Após ser sancionada pelo prefeito, a lei segue para regulamentação, com publicação do decreto de lei no “Diário Oficial” do Município.

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