BNDES pediu limitação de construtoras

O governo limitou a participação de construtoras e fornecedores de equipamentos no consórcio para a construção da usina de Santo Antônio, no rio Madeira, a pedido do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que deverá financiar o empreendimento.
Segundo o presidente do EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim, o banco pediu que houvesse a restrição como forma de proteger seu investimento, e o Ministério de Minas e Energia determinou a participação dessas empresas em até 20%.
“Os interesses dos investidores não são os mesmos das construtoras e dos fornecedores. Quem investe está querendo construir pelo menor valor e quem constrói, pelo maior”, explicou Maurício Tolmasquim.
“A idéia é garantir que a construtora não seja majoritária, isso protege o banco de financiamento”.
A restrição imposta aos construtores limitará a atuação de empresas como a Odebrecht e a Camargo Corrêa, que já manifestaram intenção de participar da licitação. Procuradas, as duas empresas não retornaram.
O leilão para Santo Antônio será em 30 de Outubro. A diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) votará amanhã a minuta do edital, que será colocada em consulta pública entre 15 e 24 de agosto.

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