BNDES e governo tratam sobre ponte rio Negro

Uma equipe de técnicos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico­ e Social) das áreas de meio ambiente, desenvolvimento urba­no e regional esteve durante três dias em missão no Estado, reunida com o governador interino Omar Aziz e secretários. O objetivo foi apresentar ao banco, os projetos de desenvolvimento dos municípios que compõem a região metropolitana e de viabilidade da construção da ponte sobre o rio Negro.
“Os trabalhos de avaliação foram concluídos na última sex­­­ta-feira, após os secretários de Governo, Infra-estrutura, Saú­­­de, Turismo, Produção Rural, entre outros,
apresentarem projetos sociais e ambientais relacionados ao empreendimento. “Mostramos, ainda, o estudo de impacto socioeconômico e a estrutura organizacional neces­sária para a implantação, acompanhamento e execução do pro­­­jeto”, informou Aziz

Com isso, o governo do Estado tenta conseguir o apoio financeiro do BNDES para a cons­­­trução da ponte, orçada em cerca de R$ 600 milhões.

Ao término das atividades, a chefe da missão do banco, Ana Cristina Barbosa, observou que, em uma primeira análise, a ponte integra uma estratégia mais abrangente do governo do Estado para a formação da região metropolitana.

“O projeto está muito bem articulado, com uma preocupação técnica em relação a vários aspectos. Podemos, ainda, perceber todo esse envolvimento e dedicação da equipe técnica em torno do projeto da ponte” disse Cristina, ao declarar que a próxima etapa é verificar a forma mais adequada de o banco contribuir com o processo de desenvolvimento que está desenhado, além do financiamento.

Em Manaus, os técnicos foram informados a respeito da importância do empreendimen­to­ para o desenvolvimento do Estado em várias áreas como saúde, educação, infra-estrutura,­ produção rural, turismo, meio ambiente, ciência e tecnologia.

O secretário de Governo, Jo­­­sé Melo, disse que a orientação do governador foi disponibilizar à equipe do banco todas as informações necessárias para o relatório. “A idéia, agora, é preencher os pré-requisitos do banco. Há um esforço para isso, mas estamos otimistas, pois o foco do governo convergem com os do BNDES”, comentou.

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