Biodiesel a partir do abacate pode ser alternativa de combustível limpo

Pesquisa do Departamento de Química da Faculdade de Ciências da Unesp (Universidade Estadual Paulista), campus de Bauru, revelou o potencial do abacate na produção de biocombustíveis.
O coordenador da pesquisa, Manoel Lima de Menezes, destacou como vantagens da fruta em relação à soja, a possibilidade de extração do óleo e também do etanol.
No caso da soja é necessário comprar etanol de cana-de-açúcar.
O pesquisador criou ainda equipamentos para que os pequenos produtores possam adotar o este procedimento simples.
O trabalho deve ser publicado na revista científica brasileira Analytica.
Menezes adianta que a produtividade ainda será aumentada, “os 20% de amido presentes no caroço podem render até 75 litros de álcool por tonelada de caroço. Por enquanto só conseguimos 24 litros”, destacou o pesquisador.

Produtividade é maior

Apesar disso, em relação à soja, a produtividade é maior. “O abacate é uma planta perene, que começa a produzir com 4 anos de vida, atinge seu ápice ao 8, mas dá frutos em média porquarenta anos. E o Brasil tem 24 espécies espalhadas por todo o território, em todos os climas. Com isso, temos alguma planta dando fruto a cada três meses”, explicou Menezes.
Rico em gorduras e proteínas, o abacate é excelente para pessoas fracas e desnutridas porque facilita o processo de digestão, elimina dores e acaba com a prisão de ventre.
Recentemente consegui-se obter óleo de abacate extraído no interior de Minas Gerais por mjeio de um processo artesanal usando o calor do sol.
A vantagem deste método é que o óleo mantém todas as suas propriedades e dá origem a um óleo com particulares iguais ao produzido na Nova Zelândia

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