1 de julho de 2022
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Basa comemora fomento milionário

O crescimento exponencial do Basa (Banco da Amazônia) em 2015 dará o direcionamento para as ações do banco no ano de 2016. Pela primeira vez o Basa divulga os dados na cidade de Manaus e a saída da matriz em Belém (PA) vem carregada de simbolismos. Para o Estado do Amazonas, o Basa tem planos diferenciados com ênfase no fomento às exportações e ações para a Zona Franca Verde que teve sua regulamentação aprovada na semana passada.

Apenas para créditos em fomento aos empreendedores da região Norte, foi liberado o equivalente a R$ 5.7 milhões, um desempenho 10,5% maior do que o apresentado em 2014. No Amazonas, a ideia é aumentar ainda mais os volumes de créditos concedidos, explica o presidente do Basa, Marivaldo Gonçalves de Melo. “Apesar das dificuldades passadas em 2015, conseguimos cumprir as metas e com o advento da Zona Franca Verde iremos fortalecer alguns pontos no que se refere às empresas que tenham interesse em exportar”, disse.

Plano B

Com a chegada da Zona Franca Verde, o fomento a empresas que tenham o foco nos recursos naturais amazônicos, ganha um novo olhar do Basa. “Com a economia passando por um momento delicado, de instabilidade e com alta do dólar, cc”, conclui o presidente.

De acordo com o superintendente do Banco da Amazônia Regional Amazonas e Roraima, Miguel Seiffert, a exportação para empresas de todos os portes pode ser a saída econômica da região dependendo disso a análise do projeto. “Queremos promover o desenvolvimento regional sustentável, temos musculatura para isso, recursos já injetados e com retorno provam isso. Para os novos iremos atestar a viabilidade econômica e financeira que garantam a concessão de créditos”, comentou.

Pequenos e agricultura familiar

O impulso aos pequenos negócios também ganhou força em 2015. Empresas alinhadas ao PNMPO (Programa Nacional de Microcrédito Orientado) no programa “Amazônia Florescer” tiveram na categoria ‘microcrédito urbano’, um montante de R$ 79,3 milhões, representando 40.421 atendimentos (15,4% a mais que em 2014). Para ‘microcrédito rural’ foram destinados R$ 12,4 milhões para 3.629 agricultores familiares.

O agronegócio da região tende a ser estimulado ainda mais em 2016, conta o presidente. “Toda a cadeia produtiva do agronegócio deve ser estimulada com a concessão de créditos, o crédito permite uma maior aproximação do setor primário com a TI (tecnologia e informação), gerando mais emprego e renda”, conclui Melo.

Em 2015, ano em que o Pronaf (Programa nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) completou duas décadas, o Basa superou a meta estabelecida pelo MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), aplicando no período 2014/2015 R$ 736,2 milhões de uma meta de R$ 700 milhões. No período 2015/2016 as aplicações atingiram R$ 306,6 milhões até dezembro último.

Crédito aprovado

Atuando desde 2009 em uma clinica odontológica, o empreendedor Alan Amazonas comemora a aprovação de crédito junto ao Basa. “Esperamos a hora de tentarmos o crédito. Após simulações e buscar consultorias administrativas e econômicas que atestassem a viabilidade do negócio, viemos ao banco e fomos aprovados. Os recursos foram de R$ 1.511 mil para a clínica”, disse o empreendedor. De acordo com Alan, o banco tem facilitado as negociações. “Sendo formalizado e cumprindo as exigências, o feedback é rápido”, afirma.

Desmistificando o FNO

Para isso o banco conta com o FNO (Fundo Constitucional de Fomento do Norte) um capital de giro destinado às empresas exportadoras não rurais da Região Norte, para aquisição de matérias-primas, insumos, bens ou produtos para a formação ou manutenção de estoque do empreendimento do beneficiário, objetivando exclusivamente a exportação.

“O fundo, que em 2015 teve um saldo de R$ 23,5 bilhões na região, contempla empresas que tenham os critérios aprovados e o número destes tende a aumentar, mais empresas vêm procurando o Basa para conseguir este financiamento e é algo para comemorar”, ressalta Melo.

Segundo Miguel Seiffert, o Basa espera quebrar alguns paradigmas quanto à exportação. “Para que haja uma maior procura pelo FNO, iremos desmistificar o fundo, deixa-lo mais fácil para o interessado. O FNO é um recurso pouco utilizado, é necessário que o empreendedor tome conhecimento disso”, afirma o superintendente.

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