Combater as consequências que a pandemia gerara na saúde, na educação e no desemprego nunca passara pela cabeça de políticos mercenários acostumados com o “vinde a mim”; notadamente porque a estes pouco importa saber até quando irá durar a pandemia. Se dias piores virão, a culpa não será dos empresários, nem da classe trabalhadora, mas dos que surrupiaram o dinheiro e o destinaram ao “fundo eleitoral”. Ora, o que antes fora R$ 1,8 bilhões agora será de R$ 5,7 bilhões e não se contentando irão pretender eliminar as cláusulas de barreiras mediante uma pretensa reforma eleitoral onde os votos não irão  mais para os partidos. E, com isto, até os representantes do crime poderão ser candidatos. Contudo, os tempos são outros até porque o eleitor cada vez mais ciente dos fatos e consciente de seus deveres saberá dar as costas aos traidores da pátria; aos bandidos que respondem a vários inquéritos e aos que humilham os pobres de quatro em quatro anos. Mandar o povo às favas, driblar colegas, induzindo-os a equívocos ao incluir matéria alheia ao objeto do que seria votado; não fazem parte da melhor maneira de proceder. Ora, votar a LDO é uma coisa, mas enfiar o Fundo eleitoral no meio, propositadamente, é outra coisa; até porque descaradamente omitiram o pedido de votação como “destaque”, além de aumentarem referido valor de 2 para 5,6 bilhões de reais nas caladas da noite. Esperar o que de muitos que com isto prejudicaram os investimentos federais, estaduais e municipais; além do eterno combate à pandemia feito pelo governo federal. 

Outrossim, num mundo político desacreditado por força da maioria dos integrantes, onde a desonestidade de propósito é a marca fundamental na discussão de vários temas; não se considerando a postura ideológica de todos os envolvidos: é obvio que o povo sofre as consequências. Aperfeiçoar não faz parte dos que se colocam como os donos da verdade. Assim, no debate acerca das urnas eletrônicas o eleitor que deveria ser o alvo deste, fica de lado, ao torpe argumento de que melhorar o que já existe chega a ser impor uma ditadura; ignorando-se as dezenas de manifestações de hackers no sentido de que já entraram no sistema junto ao TSE. Todos sempre aprimoraram seus ambientes de trabalho, suas atividades operacionais; notadamente a Receita Federal; o Judiciário, os bancos e as indústrias. Porque o TSE é o único inerte e retrógrado? Há algo no mínimo estranho até porque não se oculta a evolução da tecnologia, mormente quando esta é em benefício do eleitor que tem o direito de exigir a prova de que seu voto fora computado para o candidato em quem votara. Quem pensam que são os Ministros a agirem contra a democracia e a própria Carta Magna? Serão deuses? Ou pretendem barrar a reeleição de Bolsonaro que nas pesquisas junto ao povo terá 75 milhões de votos, até porque as outras são tendenciosas com o torpe objetivo de iludir o incauto eleitor. E, se pretendem “desgastar” Bolsonaro pegaram o bonde errado porque quanto mais usam da leviandade, mais cresce a revolta do povo. 

E, se os derrotados nas urnas entendem que poderão agora veicular temas alusivos às atitudes sadias de Bolsonaro, como aquela referente ao enxugamento inédito de servidores efetuado pela máquina federal (in folha, uol) ou aquela “referente à queda de 93% na gestão Bolsonaro do número de multas pagas por crimes ambientais na Amazônia” (in Estadão); ou ainda, os 620 Km de fibra ótica no Rio Negro lançados pelo Exército brasileiro. Se tais matérias fazem parte de início de uma estratégia para mudar o cenário da próxima eleição; saibam que já acordamos. O problema não será esquecer o maior ladrão dos cofres públicos; aspecto “res inter alios”, mas mostrar que se encontra morto. Parodiando Chico Buarque: “Apesar de você e do PT, amanhã será outro dia”.

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