Banco do Japão fica sem comando em plena crise econômica

O BOJ (Banco do Japão, BC japonês), órgão responsável pela política monetária japonesa, ficou, a partir de quarta-feira, sem comando, em um momento-chave para a economia internacional, depois que a oposição rejeitou três no-mes sugeridos pelo Executivo para dirigir a instituição.
Mesmo com o encerramento do mandato de cinco anos do atual dirigente do banco central, Toshihiko Fukui, a Câmara Alta japonesa rejeitou, com 125 votos contra 112, o nome de Koji Tanami, ex-burocrata do Ministério das Finanças, para ser seu substituto. O veto torna inútil o apoio dado a Tanami pela Câmara Baixa e deixa o BC japonês sem governador pela primeira vez em mais de meio século.
A oposição já havia rejeitado a candidatura do até então vice-governador do BOJ, Toshiro Muto, e a possibilidade de extensão do mandato de Fukui, atual governador. O premiê do Japão, Yasuo Fukuda, afirmou estar consciente sobre a ausência de poder no BOJ, logo depois de seu porta-voz, Nobutaka Machimura, ter afirmado que não irá dissolver o Parlamento.

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