Banco da Amazônia amplia crédito em tempos de pandemia

Como principal banco de fomento da região, o Basa (Banco da Amazônia) ampliou as suas linhas de financiamento em apoio às atividades econômicas mesmo enfrentando as restrições nesse cenário adverso causado pela pandemia do novo coronavírus.

Em 2020, até agora, foram realizadas 945 operações de crédito que correspondem a mais de R$ 1 bilhão em novos investimentos apoiando os mais diversos empreendedores do mercado regional. Em 2019, as ações totalizaram, respectivamente, 910 contratos e R$ 662,6 milhões em liberação de recursos.

Em termos de capilaridade, o Basa também expandiu o seu raio de ação, estando presente, hoje, em 100% dos 62 municípios do Amazonas na liberação de créditos via FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte).  

“Somamos 12 agências em todo o Estado, além de uma unidade de microfinanças, o microcrédito orientado em Manaus, e que agora está em processo de expansão no interior”, diz o superintendente regional do Basa, André Luiz Rodrigues Vargas.

O superintendente também responde pelas operações do banco em Roraima. Ao contrário de outras instituições financeiras, o Basa manteve as linhas de financiamentos especiais a empreendedores, gerando novos empregos e renda à população, apesar de tantas adversidades causadas pela crise na saúde, segundo o superintendente André Vargas.

“O banco põe em prática políticas públicas de fomento da atividade econômica, primordiais para alavancar o desenvolvimento da região”, acrescenta o superintendente do Basa. “Mantemos uma contínua e efetiva atenção às empresas regionais”, afirma.

Já no começo da pandemia, o banco prorrogou para janeiro de 2021 o início do pagamento das operações contratadas, dando maior fluxo de caixa aos empreendedores e microempreendedores, criando ainda novas linhas de crédito com o FNO Emergencial. Uma forma de dar mais alternativas na contração de linhas de financiamento nesse momento tão crítico da economia brasileira e mundial.

Por essa nova modalidade de financiamento em tempos de pandemia de coronavírus, foram contratadas 474 operações que somam mais de R$ 38 milhões, dos quais 30% (153) foram realizadas só em Manaus.

“Entre as capitais da região Norte, Manaus foi onde conseguimos colocar mais volume de FNO Emergencial, tanto em valor como em quantidade de operações”, afirma o superintendente André Vargas.

Pronampe

Nesse período, as operações do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) via Basa atingiram 401 contratos, somando R$ 28,5 milhões em recursos liberados durante a pandemia só no Amazonas.

Outras linhas de financiamentos entraram em ação para dar mais fôlego ao mercado durante este ano atípico, marcado pelas restrições da pandemia. Os novos recursos vieram através do FNO Infraestrutura, FNO Pronaf, FNO Empreendedor Individual, FNO Micro e Pequena Empresa, FNO Amazônia Sustentável e FNO Rural e FNO Não Rural.

Além dessas modalidades de crédito, o Basa também operacionalizou o FNO Biodiversidade, FNO Fies e o FNO Microcrédito Produtivo Orientado.

“E as perspectivas são muito boas nas ações pela economia verde”, ressalta o superintendente regional André Vargas. “Nossa missão é desenvolver a Amazônia sustentável com crédito e soluções sustentáveis”, salienta. “O banco tem investido muito nisso”, destaca.

O Basa criou ainda novos canais de atendimento online, permitindo simulação de contratos remotos, de taxas no mercado, facilitando a vida dos clientes durante a pandemia. E seguiu à risca as medidas de prevenção contra a Covid-19 recomendadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e pelo Ministério da Saúde, mantendo os serviços essenciais aos clientes.

“Estivemos presentes em todos os colegiados, no conselho deliberativo do Sebrae, da Suframa, em feiras digitais, para que possamos ser o principal banco de fomento na Amazônia”, afirma André Vargas. O executivo complementa, com muito propriedade.  “Primamos pela integridade ética, transparência, meritocracia, valorização do cliente, com decisões técnicas, eficientes, muita inovação, e ainda com gestões de riscos”.

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