Bancários em greve buscam apoio parlamentar

Acompanhado de Lindemberg Barbosa dos Santos, presidente do Sindicato dos Bancários do Amazonas, de José Augusto Rodrigues e Andréia Gonçalves dos Santos, do comando de greve do Banco da Amazônia, o deputado Luiz Castro (PPS) solicitou ontem ao presidente da Assembléia Legislativa, deputado Belarmino Lins (PMDB), a oportunidade de manifestação do presidente do sindicato para fazer uso da tribuna no tempo dos partidos que fazem parte do bloco do PPS.
Castro solicitou ainda a solidariedade da Casa aos trabalhadores desse segmento, que lutam de forma justa, altiva e concreta, exercendo o legítimo direito de greve, além do apelo aos deputados federais e senadores, no Congresso Nacional, para que possam corroborar nessa luta e sensibilizar, em nível nacional, o governo para uma negociação pacífica e capaz de ensejar a conclusão da greve com ganho não só para a sociedade brasileira, mas com respeito aos direitos dos trabalhadores.
Lindemberg, Augusto Rodrigues e Andréia Gonçalves estiveram na ALE representando o movimento grevista bancário, que luta não só pela manutenção das conquistas e direitos já auferidos pela categoria, mas também pela reposição salarial, recuperação de perdas inflacionárias e por uma participação mais justa dos trabalhadores nos lucros expressivos das instituições bancárias.
Da pauta de reivindicações, Lindemberg relatou o aumento das contratações do setor bancário, a discussão da lei das filas que até hoje não é respeitada. Ele disse que a vinda à Assembléia teve o fim de conclamar os deputados e defender a formação de uma comissão para ir ao Congresso Nacional forçar a retomada das negociação, porque há 20 dias o sindicato patronal está calado. O movimento grevista está se fortalecendo, mas infelizmente quem está pagando a conta é a sociedade que está sem o seu atendimento. “Estamos aqui para pedir que os senhores deputados fiquem solidários à nossa luta, pois esse foi o único caminho deixado até mesmo pela Constituição. O instrumento de greve é legal, daí estarmos reivindicando os nossos direitos”, finalizou Lindemberg.

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