Balança tem superávit e exportações sobem

A balança comercial brasileira encerrou o mês de agosto com um saldo positivo de US$ 2,44 bilhões, informou hoje o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).
As exportações somaram US$ 19,236 bilhões (média diária de US$ 874,4 milhões) no mês, enquanto as importações atingiram US$ 16,796 bilhões (média diária de US$ 763,5 milhões).
A chamada corrente de comércio (soma das exportações e importações) encerrou o mês em US$ 36,032 bilhões (média diária de US$ 1,637 bilhões).
No ano até agosto, a balança comercial brasileira registra um superavit de US$ 11,673 bilhões, saldo provocado por exportações de US$ 126,096 bilhões (média diária de US$ 755,1 milhões) menos importações de US$ 114,423 bilhões (média diária de US$ 685,2 milhões).
Esse resultado representa uma retração de 41,6% ante mesmo período do ano passado, por conta do aumento mais forte (45,7%) das importações ante a alta (28%) das exportações.
Infladas pelo aumento dos preços de produtos básicos como o minério de ferro, as exportações brasileiras obtiveram o melhor resultado desde o agravamento da crise mundial, em setembro de 2008, e chegaram a US$ 19,236 bilhões em agosto, de acordo com dados divulgados pelo MDIC. O resultado representou um aumento de 32,7% em relação à média diária de embarques de agosto do ano passado.
“As exportações têm repetido uma recuperação semelhante à de 2008, acompanhando a tendência daquele período. Provavelmente teremos uma queda leve no fim do ano, como nos outros anos”, afirmou o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral
Na comparação com o mesmo mês de 2009, as vendas de básicos aumentaram 43,9%, com destaque para os embarques de minério de ferro, cujo crescimento chegou a 228% no período.
Essa expansão, no entanto, está diretamente relacionada com o aumento de 168,2% no preço do produto no mercado internacional, enquanto em quantidade exportada o crescimento foi de apenas 28,1%. Em agosto, o aumento das vendas de industrializados foi de 23,2% ante o mesmo mês de 2009, com destaque para o crescimento de 122% nas vendas de veículos de carga, também a preços maiores. “Os dados revelam uma recuperação dos mercados importadores, pois tem havido crescimento das exportações não apenas em quantidade, mas também no valor transacionado, o que revela aumento da demanda”, disse Barral. E
m relação aos destinos das mercadorias brasileiras, Ásia e Mercosul continuam liderando a expansão no ano, com aumentos de 45,7% e 41,9%, respectivamente.

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