Balança tem saldo positivo de US$ 1,06 bilhão na 2ª semana

Pelo movimento da média diária -total negociado por dia útil- as vendas de produtos ao exterior totalizaram US$ 752,5 milhões e as compras, US$ 487,5 milhões. Já no acumulado do mês, o superávit comercial está em US$ 1,543 bilhão, sendo que as exportações somam US$ 6,353 bilhões e as importações, US$ 4,810 bilhões.

As médias diárias estão em, respectivamente, US$ 705,9 milhões e US$ 534,4 milhões, resultados que representam crescimentos de 16,8% e 28,4% sobre outubro de 2006.
No acumulado do ano, o saldo comercial está em US$ 32,490 bilhões, valor 10,6% menor que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 36,345 bilhões).

Com a baixa cotação do dó-lar, fica mais fácil para as empresas importarem máqui-nas, equipamentos e bens de consumo. A compra de produtos importados cresce neste ano a um ritmo superior ao das exportações. Até a segunda semana de outubro, as importações somam US$ 90,462 bilhões, um crescimento de 29%. Já as exportações totalizam US$ 122,952 bilhões, uma elevação de 15,5%.
O mercado financeiro estima um superávit da balança comercial de US$ 42 bilhões neste ano. Já para o ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento), o saldo da balança comercial deverá ficar em cerca de US$ 40 bilhões, com exportações de US$ 155 bilhões. Os valores das duas previsões estão abaixo do superávit comercial do ano passado, que foi de US$ 46,457 bilhões.

Carne bovina

As exportações de carne bovina nos primeiros nove meses deste ano cresceram 18% em relação ao mesmo período de 2006, segundo dados divulgados hoje pela Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne). De janeiro a setembro, as vendas renderam US$ 3,295 bilhões. Os embarques somaram mais de 1,9 milhão de toneladas -12,44% acima do mesmo período em 2006.
No mês de setembro, a receita foi de US$ 360,136 milhões, aumento de 2% em relação a igual período de 2006, quando as exportações atingiram US$ 353,188 milhões. O volume exportado no mês passado foi de 193,5 mil toneladas, queda de 4,21% ante setembro do ano passado.

As exportações para a Rússia puxaram a expansão, com alta de 84% em volumes e 58% em valor. De acordo com o presidente da Abiec, Marcus Vinicius Pratini de Moraes, o acordo sanitário firmado com a Rússia e o aumento da renda neste país contribuíram para o resultado. A Rússia manteve a liderança no ranking dos principais importadores de carne in natura. De janeiro a setembro, o país comprou 469,4 mil toneladas, com receita cambial de US$ 632,483 milhões.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email