Avaliação positiva de Dilma volta a cair

A avaliação positiva da presidente Dilma Rousseff (PT) voltou a cair e interrompeu a trajetória de recuperação após a onda de protestos em junho, aponta pesquisa divulgada ontem pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), feita pelo instituto MDA.
Dilma obteve 36,4% de avaliação positiva (ótimo ou bom). A avaliação negativa foi de 24,8%. A pesquisa foi feita entre os dias 9 e 14 de fevereiro com 2.002 pessoas e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Em novembro, a avaliação positiva da presidente havia sido de 39%, a melhor após a queda brusca detectada em julho. Em junho, antes dos protestos, ela tinha 54,2% de avaliação positiva. No mês seguinte, caiu para 31,3%.
A aprovação da presidente também caiu. De 58,8% em novembro, chegou a 55% neste mês de fevereiro. O pior índice foi em julho, de 49,3%.
Mas a presidente Dilma Rousseff continua favorita na corrida pelo Palácio do Planalto, a oito meses das eleições. O resultado foi semelhante ao de novembro, com reeleição da presidente Dilma no primeiro turno.
No cenário sem Marina Silva (PSB) e com Eduardo Campos (PSB), Dilma atinge 43,7% de intenções de voto. Aécio Neves (PSDB) tem 17% e Campos tem 9,9%.
Com Marina na disputa, Dilma cai para 40,7%, enquanto Marina chega a 20,6%. Aécio Neves tem 15,1% nesse cenário. A pesquisa foi feita entre os dias 9 e 14 de fevereiro com 2.002 pessoas e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Copa “desnecessária”
Pela primeira vez com perguntas mais específicas sobre a Copa do Mundo, pesquisa divulgada hoje pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) aponta que, para 75,8% dos entrevistados, os investimentos para a realização da Copa foram “desnecessários”.
Só 13,3% opinaram que os investimentos foram “adequados”. Já 7,3% disseram que foram “insuficientes” e 3,6% não souberam ou não responderam. A pesquisa, feita pelo instituto MDA, ouviu 2.002 pessoas em 24 unidades da federação, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança.
O pessimismo sobre a Copa foi considerado “surpreendente” pelo presidente da CNT, senador Clésio Andrade (PMDB-MG) e é considerado uma das razões para a queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff apontada na pesquisa.
Questionados pela pesquisa se concordam com os investimentos realizados na construção de estádios, 80,2% optaram pela resposta “discordo, poderiam ter sido utilizados para melhorar outras áreas mais importantes”.
Em outra questão, 66,6% dizem não acreditar que as obras de mobilidade urbana ficarão prontas a tempo da Copa e 50,7% afirmam que não apoiaram que o Brasil fosse candidato a sediar a Copa do Mundo, caso a escolha fosse hoje. Nesse caso, 26,1% “apoiariam totalmente” e 19,7% “apoiariam parcialmente”.

Protestos

Em relação aos protestos durante o evento, 85,4% acreditam que ocorrerão. Além disso, 15,2% disseram que participariam das manifestações caso ocorram, enquanto 82,9% responderam que não participariam. Por último, 56,2% opinaram que o Brasil vai ser campeão da Copa. 34,6% disseram que não será e 9,2% não souberam ou não responderam.

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