O aumento do preço das passagens por conta das modificações na malha aérea não é algo definido. Em declarações dadas durante audiência pública realizada na Comissão Parlamentar de Inquérito do Apagão Aéreo, na
Câmara Federal, o presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Milton Zuanazzi, criticou os debates sobre o tema e afirmou que qualquer encarecimento, por enquanto,
é uma “ilação”.
Ele afirmou ainda que a única modificação efetiva é a da redistribuição dos vôos, como forma de garantir que o Aeroporto de Congonhas receba apenas “vôos de ponto a ponto” e não mais seja ponto de distribuição e conexão de vôos. O prazo para essa alteração é de 60 dias.
De qualquer maneira, o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, admitiu a possibilidade de encarecimento dos bilhetes. “Não que o aeroporto não estivesse seguro, mas chegou a hora de medidas cautelares. O passageiro vai ter que pagar mais pela sua segurança”, disse.
O Sindicato das Empresas de Aviação, por sua vez, afirmou que as alterações devem afetar as empresas economicamente, mas entende que é melhor não fazer previsões até as companhias sentirem o impacto dessas modificações.
Como forma de evitar que os consumidores arquem com essas modificações, o presidente da Anac lembrou que o Conac também determinou um estudo ao Ministério da Fazenda sobre questões tributárias do setor aéreo.

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