Aumenta a expectativa sobre o PIB, diz Abrasca

Em pesquisa realizada junto a seus associados, representando diversos setores da economia, a Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas) apurou um crescente otimismo das principais empresas do país em relação ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), taxa de emprego e nível de investimentos para o último quadrimestre do ano.

A pesquisa, que identifica tendências macroeconômicas, foi respondida por 38 das maiores companhias do Brasil. Isto, na avaliação do presidente da Abrasca, Antonio Castro, é um número representativo, mantendo-se a equivalência de pesquisas feitas anteriormente.
Nesta última pesquisa de tendências do ano, que revela dados apurados globais (sem especificar os setores das empresas que responderam ao questionário de 12 itens) mostra que 87% dos empresários prevêem mais investimentos para o último quadrimestre do ano, contra 68% da pesquisa anterior (realizada para o primeiro semestre do ano). Destes, nenhum acredita em queda dos investimentos nste ano.
A mesma pesquisa revela que 89% das companhias apostam em um Produto Interno Bruto maior para este ano, em relação ao ano anterior. Na pesquisa anterior, 71% dos pesquisados tinham essa mesma percepção. Nenhum deles acredita em decréscimo do PIB.

Projeção crescente

Já em relação ao emprego, no país, 74% responderam que o nível deverá crescer no último quadrimestre do ano, contra a expectativa de apenas 56% da pesquisa anterior. Ninguém enxerga o encolhimento dos postos de trabalho.
A estabilização da taxa inflacionária é próxima do consenso entre os pesquisados. Nesta última pesquisa, 82 % assinalaram a confiança na estabilização, contra 76% da pesquisa anterior.
A subida da taxa de juros no país é considerada improvável pela pesquisa Abrasca, ainda neste ano. Nada menos que 87% do universo pesquisado acredita na queda da taxa básica de juros no Brasil. E ninguém aposta na subida.

Estabilização cambial

Na pesquisa anterior, voltada ao primeiro semestre do ano, 2% apostavam na subida e 85% na queda. Já em relação ao câmbio, a pesquisa aponta 53% das companhias prevendo estabilização e 37% antevêem novos recuos do real em relação do dólar americano.
Na mostra anterior levantada pela Abrasca, 68% acreditavam na estabilização cambial e apenas 10% na apreciação do real para o primeiro semestre.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email