16 de abril de 2021

Audiência Pública para debater a Zona Sul tem plenário vazio

A Audiência Pública realizada ontem no plenário da CMM (Câmara Municipal de Manaus) para debater a aprovação da Lei da Zona Azul foi marcada por um plenário vazio

A Audiência Pública realizada ontem no plenário da CMM (Câmara Municipal de Manaus) para debater a aprovação da Lei da Zona Azul foi marcada por um plenário vazio. A audiência contou com a presença de apenas três parlamentares, o vereador Jaildo dos Rodoviários (PRT), presidente da sessão, Marcel Alexandre (PMDB) e Socorro Sampaio (PP).
O Projeto de Lei 211/2010 de autoria da Prefeitura institui o Sistema de Estacionamento Rotativo Pago, e autoriza o poder executivo a delegar, mediante concessão onerosa de serviço público precedida de licitação na modalidade concorrência, a exploração de estacionamento rotativo nas vias e logradouros público da cidade.
O que para o presidente da Aglavam (Associação dos Guardadores de Veículos e Lavadores do Amazonas), Henrique André dos Santos, representa uma ameaça a sobrevivência das pessoas que trabalham no setor, principalmente aos que desempenham suas atividades no Centro da cidade. “Precisamos desse trabalho para sustentar nossos filhos, estamos sendo esquecidos pelo Poder Público, que em nenhum momento nos procurou para saber das nossas reais necessidade”, protestou.
“Outro dia fomos procurar a Prefeitura para esclarecemos nossas dúvidas, porém a resposta que tivemos foi que o prefeito não poderia nos receber, pois esta com a agenda cheia. Isso é um desrespeito com nossa classe”, desabafou.

Necessidade da cidade

De acordo com o Assessor Técnico da Presidência da Manaustrans, Mauricio Reis, a Zona Azul é uma das principais necessidades da cidade e precisa ser aprovada para que haja um melhoramento não apenas para o trânsito, mais principalmente da revitalização do entorno central. “A Zona Azul vem para ajudar com que o espaço para estacionamento fique otimizado, e possamos ter uma cidade mais organizada. Hoje não podemos aceitar o centro da cidade como esta, então a solução é realmente um estacionamento rotativo”, salientou.
Com relação o aproveitamento da mão de obra dos chamados flanelinhas, Mauricio, frizou a importância de uma parceria entre o Poder Executivo e os trabalhadores. “Não existe nada que impeça essa entidade civil organizada de participar desse projeto”, ressaltou.

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