14 de abril de 2021

Audiência na Câmara discute formação em C&T e oportunidades para pesquisadores no exterior

A parceria e o intercâmbio de pesquisadores e estudantes foram apontados como um elemento importante para enriquecer a formação e qualificação de recursos humanos necessários ao desenvolvimento científico e tecnológico

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados realizou, na semana passada, em Brasília, uma audiência pública sobre o tema da situação dos estudantes e pesquisadores brasileiros no exterior e sua formação nas áreas de ciência e tecnologia. A solicitação foi feita pelo deputado Eduardo Gomes.
O objetivo foi discutir os problemas enfrentados pelos pesquisadores e estudantes no exterior, as oportunidades que devem ser geradas para criar atrativos ao seu retorno e efetiva contribuição para o desenvolvimento do Brasil, além da necessária formação de pesquisadores qualificados nas áreas de ciência e tecnologia.
Participaram das discussões a vice-presidente do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Wrana Panizzi; a deputada Raquel Teixeira; o presidente do Conselho Diretivo do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (Portugal), Amadeus Soares; o presidente da associação dos estudantes da Universidade de Aveiro, Negesse Pina; o reitor da Universidade Federal de Viçosa, Luiz Cláudio Costa; e o segundo vice-presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes), Bruno da Mata.
A parceria e o intercâmbio de pesquisadores e estudantes foram apontados como um elemento importante para enriquecer a formação e qualificação de recursos humanos necessários ao desenvolvimento científico e tecnológico.
Luiz Cláudio Costa e Wrana Panizzi destacaram que é preciso valorizar o parque universitário brasileiro e a forte expansão do sistema universitário ocorrida nos últimos anos. Costa ressaltou ainda o incremento do volume de recursos destinados à assistência estudantil no país como um componente importante para o estímulo à formação universitária no país.
O representante da UNE, Bruno da Mata, apontou como entrave na ampliação do intercâmbio internacional a dificuldade de reconhecimento do diploma obtido fora do país em diversas áreas, e disse que é baixa a mobilidade dos estudantes dentro do próprio país. Segundo o estudante, o problema de reconhecimento de créditos existe até mesmo entre universidades federais brasileiras.

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