Atraso na votação compromete obras do PAC, diz Dilma

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou, durante o lançamento das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em favelas fluminenses, que o atraso na votação do Orçamento de 2008 compromete as obras do programa.
Dilma disse que até a próxima semana o governo federal vai começar a editar MPs (medidas provisórias) para garantir as verbas para o PAC.
“Já está ficando muito difícil esperar. O PAC, se não abrir o orçamento, vai ficar muito comprometido. Se ele não for aprovado, acabaremos por mandar medidas provisórias, porque não é possível que obras como essa, da Rocinha, do Alemão e de Manguinhos, sejam paralisadas porque o Orçamento não é aprovado”, disse.
Parlamentares do governo e da oposição atribuem o atraso na votação do Orçamento de 2008 a um grupo de deputados e senadores beneficiados com o “contrabando” do anexo de “metas e prioridades” de R$ 534 milhões inserido na peça orçamentária.
Embora os senadores governistas e da oposição troquem acusações sobre o atraso na votação, nos bastidores reconhecem que as resistências vêm do grupo que apresentou o anexo.
A reportagem apurou que a disputa velada do grupo atendido com o anexo teria adiado para a próxima quarta-feira a votação da proposta orçamentária. Sem citar nomes dos colegas, os deputados e senadores que acompanham as negociações advertem que é necessário o Congresso assumir uma decisão firme e optar pela exclusão do anexo.

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