Atividade econômica perde força

O crescimento da atividade econômica no país perdeu força, segundo dados divulgados ontempelo BC (Banco Central). O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) dessazonalizado (ajustado para o período) ficou em 143,77 pontos, em maio, contra 143,52 pontos de abril, um crescimento de 0,17%. Em abril, em relação a março, o crescimento havia sido maior – de 0,44%, o que mostra um ritmo menor de crescimento ao longo dos meses.
Em relação a maio do ano passado (138,33 pontos), houve alta de 3,93%. Em 12 meses encerrados em maio, o crescimento foi de 5,34%. Até abril deste ano, esse crescimento havia sido de 5,76%.
A estimativa do Banco Central para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano é de 4%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora e sintetiza informações sobre o nível da atividade dos setores da economia brasileira, como indústria, comércio, agropecuária e serviços.

Taxa de juros

O Banco Central acompanha com atenção o desempenho da atividade econômica, um dos indicadores que servem de base para a tomada de decisões do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC, em relação à taxa básica de juros, a Selic. Neste ano, o BC já elevou a Selic em 0,50%, em janeiro e em março, Em abril e junho, acrescentou mais 0,25% à taxa. Ao elevar os juros básicos, o crédito no país fica mais caro, que pode provocar a queda no consumo, que por sua vez reduz a inflação.

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