Associaçãoanuncia ganhadoras do trofeu

A Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) acaba de anunciar o nome das 14 empresas ganhadoras do 11º Troféu Transparência (Prêmio Anefac-Fipecafi-Serasa).

As dez empresas de capital aberto e as quatro de capital fechado se destacaram por suas práticas de transparência no último ano. As integrantes da lista são: na categoria empresas de capital aberto, Arcelor Brasil S/A, Brasil Telecom S/A, Braskem Petroquímica, CVRD (Companhia Vale do Rio Doce), Cemig (Cia. Energética de Minas Gerais), Copesul (Cia. Petroquímica do Sul), Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica), Gerdau S/A, Petrobras (Petróleo Brasileiro S/A) e Tractebel Energia S/A.

Na categoria empresas de capital fechado, encontram-se Alberto Pasqualini (Refap S.A.), Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé Ltda, Eletronorte (Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A). e TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia – Brasil – Bolívia S.A.).
O primeiro critério para uma empresa ter seu nome considerado para a premiação é a publicação de suas demonstrações contábeis. Na primeira fase de análise, os alunos dos cursos de mestrado e doutorado em controladoria e contabilidade da FEA-USP selecionam as demonstrações que atendem os critérios de transparência das informações prestadas; qualidade do relatório da administração e sua consistência com os dados divulgados.

Além disso, se analisa a divulgação de aspectos relevantes, não exigidos legalmente mas importantes para o negócio, entre eles, fluxo de caixa, demonstração do valor adicionado, ebitda e valor econômico agregado.
De acordo com o professor da FEA-USP e representante da Fipecafi na comissão julgadora, Eliseu Martins, alguns itens dos demonstrativos costumam apresentar mais problemas que outros, por exemplo: apropriação de receita, amortização de ágio e participação nos lucros. Na segunda fase de análise, encerrada no final de julho, a comissão julgadora classifica as empresas com as melhores demonstrações. Nesta etapa a seleção é feita por comparação.

Companhias que divulgam dados não-obrigatórios levam vantagem. Empresas que já eram consideradas transparentes no início do prêmio têm evoluído significativamente, destaca Eliseu Martins. A maior dificuldade é encontrada nas empresas de capital fechado classificadas como Ltdas, que não são obrigadas por lei a revelar seus números.
As que costumam divulgá-los integram grupos onde também estão empresas de capital aberto, e acabam publicando seus demonstrativos de maneira semelhante a elas. Já as de capital fechado independentes estão longe da transparência.

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